Entretenimento

VEJA e Rede Petz promovem sessão de cinema ao estilo drive-in

Em comemoração aos 463 anos de São Paulo, VEJA SÃO PAULO, do Grupo Abril, e a rede de pet shops Petz fizeram uma parceria para promover duas sessões de cinema gratuitas ao estilo drive-in. O filme Pets: A Vida Secreta dos Bichos, dirigido por Chris Renaud e Yarrow Cheney, atraiu personalidades como o apresentador Celso Zucatelli, a ativista animal Luisa Mell e a blogueira Mariana Belém.

O evento, realizado no estacionamento da filial da Petz na Marginal Tietê, lotou o local com mais de 40 carros repletos de casais e crianças. Eles ouviram a animação pelos rádios dos veículos e a transmissão foi feita por meio de frequência modulada (FM). Os presentes foram ganhadores de uma promoção lançada em 13/1 por VEJA SP. Além da vaga, garantiram também pipocas, bebidas e kits com produtos dos patrocinadores.

sessão de cinema ao estilo drive-in e o apresentador Celso Zucatelli

 

sessão de cinema ao estilo drive-in e a ativista animal Luisa Mell

Grupo Abril – conhecimento é o nosso negócio

O Grupo Abril está na vida de milhões de pessoas. Unindo a expertise dos seus pilares de mídia, logística, licenças, assinaturas, big data, branded content, gráfica, a Abril produz conteúdo, informação de qualidade e soluções de comunicação e logística para seus clientes. Entre os mais de 90 títulos e sites que possui está VEJA, maior revista do Brasil e uma das maiores semanais de informação do mundo. Recentemente foram lançados GoBox, plataforma de clube de assinaturas, e GotoShop, operação de e-commerce. A Abril também possui em seu portfólio a CASA COR, maior evento de Arquitetura e Design das Américas. A missão da Abril é “contribuir para a difusão de informação, cultura e entretenimento, para o progresso da educação, a melhoria da qualidade de vida, o desenvolvimento da livre iniciativa e o fortalecimento das instituições democráticas do país”.

Sessão de cinema ao estilo Drive-In

Agora imagina que legal se pudermos cada vez mais poder curtir coisas que gostamos ao lado de nossos pets? Ficamos encantados com a possibilidade… Um domingo de tarde pede um momento como esse. Um dia a gente chega lá! ? ? ? ?

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Empresas Pet, Gestão de Empresas

Estabelecimentos veterinários: como planejar o layout

Em um país tão grande e diverso como o Brasil, é natural que encontremos grande variedade quando se trata de layout de estabelecimentos veterinários.

Clínicas, consultórios, hospitais, centros especializados, pet shops, agropecuárias, salões de banho e tosa, entre outros, compõem este cenário multifacetado.

Tamanha multiplicidade tem seu lado positivo, mas também pode trazer problemas. Por um lado, esta situação demonstra a criatividade do empreendedor brasileiro, capaz de abrir seus estabelecimentos veterinários em diferentes tipos de imóveis. Por outro, revela um crescimento desordenado, favorecido pela ausência de normatização adequada ao caráter plural do Brasil. Soma-se a isto a irresponsável complacência de várias esferas de fiscalização do setor, em especial as que deveriam atestar as condições mínimas de funcionamento de cada empresa.

Consumidores mais exigentes

Os donos de estabelecimentos veterinários enfrentam, atualmente, um cenário composto por diversas forças. Uma das mais importantes é a demanda dos clientes por um layout mais bem trabalhado. Hoje, os consumidores incluem a avaliação das instalações físicas na análise global da empresa.

Não basta mais apenas oferecer serviços de qualidade, é preciso ter uma ambientação clean e garantir o claro cumprimento das legislações da Anvisa e do Ministério do Trabalho. O cuidado com a aparência do seu negócio é, mais do que nunca, um diferencial competitivo no mercado pet.

Leia também: Clínicas veterinárias: como vencer a desconfiança

Cada vez mais empreendedores sentem a necessidade de buscar informações em outros universos. Conceitos de decoração e arquitetura, por exemplo, são essenciais para adaptar os estabelecimentos veterinários à realidade atual.

Desafios ao planejamento

A tendência mais em voga tem sido a busca por uma ambientação “hospitalar” nos estabelecimentos de saúde veterinários. Esta adequação, porém, chega a ser um grande desafio. Muitos responsáveis técnicos desconhecem completamente os requisitos básicos de biossegurança e logística interna.

Existem estabelecimentos veterinários funcionando em locais que jamais seriam utilizados por profissionais de saúde humana. Trata-se de ambientes nos quais médicos e enfermeiros  se recusariam a trabalhar, dada a péssima qualidade das instalações.

A necessidade de separar os estabelecimentos e classificá-los também se faz presente. Ainda mais quando lembramos que, no Brasil, não existe uma definição legal de âmbito nacional que defina o que é um pet shop, por exemplo.

Nos estabelecimentos comerciais, o grande desafio é o uso racional do espaço. Neste sentido, é preciso privilegiar os itens de maior margem de contribuição e garantir espaço de estoque adequado. Atender às normas para instalações de funcionários também é fundamental.

Em todos os estabelecimentos veterinários, é necessário, ainda, seguir os preceitos básicos da comunicação empresarial. Isso inclui escolha adequada de cores, uniformes e letreiros por exemplo. Estes itens serão fundamentais na criação e fixação da marca junto ao seu público consumidor.

A contratação de uma consultoria para realizar todas essas adequações é um caminho natural para empreendedores que desejem mais segurança.

O segredo do sucesso de estabelecimentos veterinários

Se você gostou das dicas deste post, não deixe de baixar o e-book exclusivo Como ter um negócio de sucesso no mercado veterinário. Elaborado pela Sergio Lobato Assessoria e Consultoria, em parceria com a Adorável Criatura, têm tudo que você precisa para planejar suas estratégias e ter sucesso no mercado pet.

Deixe seus comentários, sugestões e dúvidas aqui embaixo!

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Empresas Pet, Gestão de Empresas

Como administrar seu pet shop: confira 10 dicas

Como administrar seu pet shop em um mercado tão competitivo? Como fazer para que ele se diferencie da concorrência?

Entrando na moda das “10 coisas necessárias para atingir um objetivo”, preparei uma pequena lista de atitudes que podem ajudar você a administrar seu pet shop da melhor maneira possível. Vamos conhecê-las?

1 – Faça um balanço do ano que passou

Coloque na ponta do lápis todas as informações possíveis sobre os acontecimentos do último ano. Para administrar seu pet shop, é necessário conhecer o movimento da loja de forma individualizada. Cada estabelecimento tem suas peculiaridades e seu jeito de ser uma entidade geradora de renda.

2 – Faça um inventário

Realize um levantamento de tudo o que seu pet shop possui. A lista inclui estoque, mobiliário, material de uso diário na tosa, material de limpeza, material de propaganda e etc.

Leia também: Como melhorar a gestão de sua clínica veterinária

Um dos maiores erros que percebo na administração de pet shops é a falta total de controle em relação a esses itens. Essa negligência gera um gasto desnecessário, além de impedir o planejamento dos investimentos.

3 – Avalie seu relacionamento com os clientes

A opinião dos consumidores é fundamental para orientar os rumos da administração de um pet shop. Afinal, são eles que geram riquezas para o seu estabelecimento. Faça uma pesquisa de satisfação entre seus clientes e, sempre que possível, converse com eles. Pergunte o que acham dos serviços prestados por sua equipe e se têm alguma sugestão.

Cuidar do relacionamento com os clientes é fundamental para administrar seu pet shop.

Cuidar do relacionamento com os clientes é fundamental para administrar seu pet shop.

4 – Repense a divulgação do seu pet shop

Como foi sua estratégia promocional no decorrer do ano que passou?  Você está presente na lembrança de seu cliente? Acredite, esconder-se é a pior estratégia. Na escuridão, quem aparece é o farol, aquele que sinaliza o caminho. Pense em como você pretende ser esse farol no mercado pet e como administrar seu pet shop para colocá-lo nessa direção.

5 – Alinhe sua equipe

Tenha conversas francas com seus funcionários, para verificar como anda o clima interno do seu pet shop. A sua equipe é a linha de frente de seu serviço, e saber reconhecer esse esforço é fundamental.

6 – Invista em treinamentos

Conhecimento nunca é demais no mercado pet. Por isso, encare o investimento em treinamentos como uma constante. Tanto você quanto sua equipe devem estar sempre atualizados. Afinal, o saber é algo que melhora a administração em todos os níveis.

Investir em treinamento é muito importante para a administração do seu pet shop.

Investir em treinamento é muito importante para a administração do seu pet shop.

7 – Certifique-se de que seu pet shop está regularizado

Faça um pente-fino e verifique se seu estabelecimento está cumprindo as exigências legais que o segmento exige. Nada pior do que se ver tendo que dispor de recursos para pagar multas e, com isso, não ter como reinvestir na loja.

8 – Faça as melhorias estruturais necessárias

Inspecione as instalações do estabelecimento, cheque a infraestrutura e observe se melhorias devem ser feitas. Não é mais o tempo de lojas que parecem que vão desabar ao menor toque ou que têm odores insuportáveis. Os consumidores buscam segurança, higiene, conforto e bem-estar, e as condições materiais do pet shop devem ser parte central da administração.

9 – Pense como cliente ao administrar seu pet shop

Olhe o seu negócio com olhos de consumidor e seja mais estratégico da administração. Foque em resultados a partir de trabalho real e não com base em estimativas e índices de mercado. O conhecimento que você tem é seu grande valor e sua grande arma, lembre-se disso!

Conheça o ritmo de compra, os perfis de seus consumidores e os produtos e serviços de que o mercado dispõe. Assim, você será capaz de estabelecer a melhor relação custo-benefício para o seu próprio negócio.

10 – Trabalhe com seu responsável técnico

Não tenha medo de exigir de seu responsável técnico uma boa performance. Afinal, é para isso que ele é pago! Não acredite que fazer vacinação aos sábados em cima de saco de ração é trabalho profissional; ele deve ser um consultor de negócios para você!

Garanto que, se você seguir essas dicas, terá um novo começar no decorrer do ano de 2017!

Assumir as rédeas de seu negócio é uma grande responsabilidade, mas, certamente poderemos encontrar o melhor caminho.

Vamos juntos?

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Empresas Pet, Gestão de Empresas

Produtos e serviços de nicho? O que são?

O mercado pet, hoje, apresenta características que chamam a atenção de vários periódicos de economia e de marketing. Produtos e serviços de nicho ganham cada vez mais destaque.

O crescimento gradual e constante tem sido apontado como a justificativa para que empreendedores oriundos de vários segmentos invistam suas economias e abram pet shops. Essa realidade, no entanto, tem se revelado uma armadilha para centenas de lojas, que sequer completam um ano de existência.

Confira: Mercado pet: na mídia mais uma vez!

Muitas delas são criadas sem o menor conhecimento técnico sobre o mercado, outras apresentam problemas sérios de gestão. Há, também, as que são prejudicadas por um total despreparo emocional por parte de seus proprietários. Grande parte dos empresários se esquece de que trabalhar faz parte do planejamento para atingir o sucesso.

O mercado pet apresenta características muito peculiares, que são ignoradas por grande parte desses investidores e por muitos dos lojistas que já estão há algum tempo buscando melhorar a performance de seus estabelecimentos. Trata-se de uma miopia de marketing muito comum nos dias de hoje e muito perigosa. Aliada a ela, há uma grande dose de sentimento de autossuficiência, que pode levar a erros de gestão e posicionamento.

Uma dessas características recentes do mercado pet é o caminho natural pela segmentação. É aí que entram os produtos e serviços de nicho.

O que são produtos e serviços de nicho?

O mercado pet é um mundo macro. Dentro dele, existem vários segmentos, como, por exemplo, médicos veterinários, tosadores e lojistas. Dentro de cada segmento, temos as especialidades, ou seja, os nichos, aquelas áreas com comportamento e características muito específicas.

Um dos melhores exemplos de nicho é o crescente mercado felino, onde produtos e serviços destinados aos consumidores proprietários de gatos são disponibilizados em uma escala muito mais intensa do que há alguns anos.

Leia também: Cat Day oferece conteúdo para Cat Lovers e é sucesso

Conhecer e comercializar produtos de nicho e atuar em segmentos de nicho exige muito dos empreendedores do mercado pet. O posicionamento do empresário precisa ser mais apurado e estratégico. Ele deve estar atento a conceitos como exclusividade, atenção, segurança, responsividade, superação de expectativas, estilo e diferenciação.

Como lidar com consumidores de nicho?

O comportamento dos consumidores de nicho exige muita qualificação, visto que essas pessoas são parte de um grupo muitas vezes mal dimensionado e esquecido nas estratégias operacionais, promocionais e gerenciais do mercado pet como um todo.

São consumidores que desejam um atendimento diferenciado, pois chegaram ao ápice da especialização de suas necessidades. Seus desejos, muitas vezes, não encontram eco no mercado e se retraem, causando um comportamento oposto ao esperado.

Ou seja, o consumidor de serviços e produtos de nicho, muitas vezes, passa a comprar baseando-se apenas no seu próprio processo decisório. Nesses casos, o cliente não age mais sob a interferência do prestador de serviços ou do vendedor de produtos, pois todas as ofertas passam a ser encaradas como um possível desvio da relação de confiança desejada.

O fundamental, ao se trabalhar com nichos, é conhecer a fundo o público-alvo antes de começar a tentar vender. Dessa forma, é possível criar estratégias eficientes de promoção, divulgação e atendimento para grupos bem específicos de consumidores.

Como você encara a oferta de produtos e serviços de nicho? Deixe suas dúvidas e comentários aqui embaixo, e mãos à obra!

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Empresas Pet, Marketing Digital, Redes Sociais

Quando impulsionar posts no seu Facebook pet?

Impulsionar posts pode fazer sua empresa pet ganhar muitos fãs e ter mais engajamento no Facebook, mas nem sempre é uma boa ideia. Como os recursos de qualquer negócio são limitados, é preciso pensar bem antes de pagar para que uma postagem tenha mais alcance.

Uma boa estratégia de marketing digital leva em consideração o retorno que cada decisão pode gerar para a empresa. Por isso, antes de começar a impulsionar posts, o ideal é entender como esse investimento se encaixa no seu planejamento. Para ajudar você nessa tarefa, preparamos algumas dicas. Confira:

  1. Defina seu público-alvo
  2. Toda empresa pet tem um público-alvo, ou seja, alguns tipos ideais de possíveis clientes. Por exemplo, um pet shop costuma ter, na sua definição de público-alvo, donos de cachorros e gatos que moram em determinada região, têm certo poder aquisitivo e estão dispostos a gastar dinheiro com o bem-estar de seus animais.

    Definir precisamente o público-alvo da sua empresa pet é fundamental não apenas para saber quando impulsionar posts. Todo o marketing digital depende disso. A partir desse conceito é que você poderá orientar bem a comunicação do seu negócio. Isso inclui o planejamento de redes sociais, como o Facebook.

  3. Entenda as necessidades do seu público
  4. Oferecer conteúdo relevante deve ser a base da sua estratégia de marketing digital. Para isso, você precisa estar em sintonia com seu público-alvo. Quais são as preocupações dos seus clientes em relação a seus pets? Quais são suas principais dúvidas? Como você pode ajudar essas pessoas compartilhando conhecimento?

    Se você não procurar compreender as necessidades de seus potenciais clientes, acabará criando postagens pouco interessantes para eles. Mesmo que, ao impulsionar posts, você atraia muita gente, essas pessoas não necessariamente estarão interessadas nos seus produtos e serviços.

    Quando impulsionar posts no seu Facebook pet

  5. Aprenda a linguagem do seu público
  6. Em nosso dia a dia, utilizamos diversas formas de linguagem para conversar. Em alguns ambientes, falamos ou escrevemos de maneira mais formal, em outros, adotamos um tom mais descontraído. Às vezes, é preciso usar um vocabulário mais técnico, enquanto, em outros casos, vale mais a pena simplificar as ideias para que as pessoas as entendam melhor.

    Tudo isso é também é válido para a comunicação digital do seu negócio pet. Por exemplo, se você vende equipamentos para veterinários ou produtos para pet shops, faz sentido usar um tom mais formal nos posts. Por outro lado, se sua empresa vende diretamente para os donos de pets, você tem mais espaço para criar postagens descontraídas.

    É claro que tudo depende do bom senso. Um negócio pet que preste serviços funerários sempre terá de adotar uma linguagem mais contida, já que trata de um tema delicado. O ideal é testar diferentes tipos de postagens e avaliar as reações a cada um. Dessa forma, quando for impulsionar posts, você saberá que linguagem usar para atrair seu público-alvo.

  7. Explore os grupos antes de impulsionar posts
  8. Muitos empreendedores pet acreditam que impulsionar posts é a única maneira de conseguir mais fãs ou engajamento no Facebook. Isso não é verdade. Embora seja cada vez mais difícil obter alcance orgânico na rede social, os grupos ainda oferecem boas chances de falar gratuitamente para muitas pessoas.

    Leia também: Grupos do Facebook: como divulgar sua empresa pet

    Ao compartilhar suas postagens nos grupos certos do Facebook, você tem grandes chances de atrair novos fãs e visitantes para seu site ou blog. Isso não quer dizer que sua empresa nunca deva impulsionar posts, mas que, em muitas ocasiões, esse gasto pode ser evitado.

  9. Defina seus objetivos antes de impulsionar posts
  10. Se você conhece bem seus potenciais clientes e já explorou ao máximo os grupos do Facebook, pode ser a hora de começar a impulsionar posts. Antes, no entanto, é fundamental traçar algumas metas. Dessa forma, é possível avaliar, posteriormente, o retorno desse investimento.

    Pense em como a postagem que você pretende impulsionar pode gerar retorno para sua empresa. Se o post for uma promoção, estabeleça um número mínimo de pessoas que você gostaria que participassem. Se você quiser apenas reforçar a presença da sua marca, trace uma quantidade ideal de interações a serem obtidas.

    Se usado de forma consciente, o impulsionamento de posts pode contribuir muito para sua estratégia de marketing digital. Fique ligado no blog da Adorável Criatura para aprender, passo a passo, como usar este recurso.

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Empresas Pet, Gestão de Empresas, Marketing Digital

Por que divulgar sua empresa pet na internet?

Construir um negócio de sucesso no mercado de animais de estimação é o sonho de muitos empreendedores. Apesar de haver inúmeras oportunidades nesta área, a concorrência também é grande. Divulgar sua empresa pet na internet é essencial para atrair o máximo de clientes e se diferenciar dos competidores. Confira alguns benefícios:

  1. Mais clientes em potencial
  2. Grande parte dos empreendedores pet acha que o boca a boca é uma boa forma de divulgação. Um dos grandes problemas desta crença é que você não tem como prever a velocidade com que sua empresa ganhará fama. Alguns clientes podem adorar seus produtos e serviços, mas não ter conhecidos para quem indica-los, por exemplo.

    O mais comum é que esse crescimento da clientela seja muito lento e não gere o retorno esperado pelo empresário. Divulgar sua empresa pet on-line, por outro lado, permite que você atinja um público ilimitado. Com a estratégia correta, é possível tonar seu negócio conhecido por um grande número de pessoas em pouco tempo.

  3. Segmentação do público
  4. Nenhum negócio tem como público-alvo todas as pessoas. Se você produz alimentos para cachorros, não adianta divulgar sua empresa pet para donos de gatos. Ao promover sua marca na internet, é possível segmentar a audiência, tornando o processo mais eficiente.

    Essa segmentação do público ocorre de duas formas principais. A primeira é por meio das palavras-chave usadas no site ou blog da sua empresa. Você pode, por exemplo, estruturar suas páginas on-line ao redor de termos como “clínica veterinária no Rio de Janeiro”. Com isso, quem encontrar o seu site a partir de uma busca no Google já estará procurando justamente o serviço oferecido.

    A segunda forma de segmentar o público é ao fazer anúncios. Se nas mídias tradicionais (como jornais e TV) você paga sem saber muito bem quem irá atingir, na internet é diferente. A tecnologia permite que suas propagandas apareçam para grupos demográficos bem específicos. É possível divulgar sua empresa pet para mulheres entre 20 e 30 anos, que morem em São Paulo e se interessem por gatos, por exemplo.

  5. Gastos mais eficientes
  6. Grande parte da divulgação on-line da sua empresa pet pode ser feita gratuitamente. Com estudo e dedicação, é possível atrair muitos clientes sem gastar nada. No entanto, eventualmente vale a pena investir em propaganda na internet, seja para incrementar seu alcance, seja para fazer uma promoção especial.

    Neste ponto, os gastos com publicidade são muito mais eficientes do que os da mídia tradicional. Além da segmentação, que comentamos no ponto anterior, outro fator contribui para isso. Grande parte dos anúncios feitos na internet só é cobrada por clique. Ou seja, você só paga quando alguém realmente entra no seu site ou blog.

  7. Mais chances de fidelizar os clientes
  8. É muito mais barato fidelizar um cliente do que conquistar um novo. A fidelização é um processo que passa pela satisfação do freguês tanto com a compra quanto com o atendimento. A pessoa precisa se sentir valorizada para se tornar fiel à marca.

    Divulgar sua empresa pet na internet pode contribuir muito para este relacionamento. Em seu blog ou redes sociais, você tem a chance de oferecer conteúdo útil e interessante para seus clientes. O site de um pet shop, por exemplo, pode tirar dúvidas sobre a frequência de banhos e tosas.

    Postagens deste tipo também podem ser enviadas por e-mail, garantindo que seus clientes vejam sua empresa pet como uma parceira. Com o tempo, essas pessoas tendem não apenas a se fidelizar como a se tornar promotoras espontâneas da sua marca.

Como divulgar sua empresa pet na internet?

Se você quer saber mais sobre como entrar no mundo virtual com sua empresa pet, confira esta matéria que preparamos. Nela, abordamos alguns pontos básicos sobre divulgação on-line. É uma ótima forma de você começar a se informar para planejar sua estratégia de comunicação.

Fique ligado no blog da Adorável Criatura para mais dicas sobre Inbound Marketing. Aprenda a gerir redes sociais, criar ótimos posts, planejar campanhas de e-mail marketing e muito mais.

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Empresas Pet, Marketing Digital, SEO

Como promover seu negócio pet na internet

A cada dia, promover seu negócio pet na internet é mais necessário. Hoje, aparecer on-line para o público certo é um pilar fundamental do plano de marketing de qualquer empresa do segmento de animais de estimação. Por isso, preparamos algumas dicas para você começar a divulgar seus produtos e serviços na rede. Confira:

Otimize seu site para buscadores (SEO)

Se você já possui um site ou blog para sua empresa, precisa começar a implementar boas práticas de SEO. Dessa forma, é possível melhorar gratuitamente seu ranking em buscas do Google e outros sites de pesquisa. Estar na primeira página de resultados para determinadas palavras-chave pode ser o diferencial que falta para seu negócio pet na internet.

O SEO engloba todos os aspectos de uma página on-line, desde o conteúdo até questões técnicas. Um dos pontos mais importantes envolve as palavras-chave mais relevantes para seu público-alvo. São elas que você deverá utilizar nos textos publicados em seu site. A ferramenta mais popular para fazer este tipo de consulta é o Google Keyword Planner, que indica o volume mensal de pesquisas para qualquer termo que você escolher.

Invista em Google Adwords

Se você estiver disposto a investir algum dinheiro na divulgação do seu negócio pet na internet, pode começar a pensar em Google Adwords. Essa ferramenta permite que a empresa pague para aparecer na primeira página de resultados de busca, de acordo com as palavras-chave escolhidas.

A partir de uma consulta no Google Keyword Planner, é possível verificar os valores cobrados para cada palavra-chave. Quanto maior for o volume mensal de buscas, maior será o preço daquele termo. Se você escolher uma palavra-chave muito geral, como “pet shop”, provavelmente pagará mais do que se especificar um pouco mais, com “pet shop no centro de São Paulo”, por exemplo.

De acordo com o orçamento disponível, o Google ajuda seu negócio pet a formatar uma campanha. A melhor parte é que você só é cobrado quando alguém clica no link. Ou seja, o custo está ligado à efetividade do anúncio.

Use os grupos do Facebook

O Facebook dificulta cada vez mais a divulgação orgânica (gratuita) de marcas e empresas. Hoje, para aparecer no Feed de Notícias de seus fãs sem investir em anúncios, você precisa vencer uma concorrência muito grande. Mas ainda existe uma boa alternativa dentro da rede social.

Os grupos do Facebook são ambientes mais favoráveis à divulgação do seu negócio pet na internet. Neles você encontra pessoas interessadas em animais de estimação e em todo tipo de serviços para pets. Em alguns grupos, já é possível até mesmo fazer vendas diretas. Se você ficou curioso para saber mais, confira este post.

Crie um perfil na Adorável Criatura

A Adorável Criatura é um guia colaborativo de consumo pet. O objetivo da plataforma é aproximar donos de animais e empresários deste segmento, como donos de pet shop, veterinários, donos de hotéis, tosadores, passeadores (dog walkers) etc.

O ambiente virtual da Adorável Criatura permite que negócios pet divulguem seu trabalho gratuitamente e sejam encontrados por tutores interessados em seus produtos e serviços. Tudo com comodidade, transparência e segurança.

Como a Adorável Criatura ajuda a promover meu negócio pet na internet?

As páginas de negócios pet registrados na Adorável Criatura contêm um espaço para a descrição das atividades da empresa, imagens, links para as redes sociais e informações sobre animais atendidos, faixa de preço e horário de funcionamento, além de serem integradas ao Google Maps.

O registro é rápido é fácil. Qualquer dúvida, basta colocar aqui embaixo, nos comentários, ou enviar uma mensagem para a gente.

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Adoráveis Entrevistas, Donos de Animais

“Retomamos o espírito que norteou a criação da SEPDA”

Último gestor à frente da Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais (SEPDA) durante o governo Eduardo Paes, Vinícius Cordeiro (PT do B-RJ) está no comando da pasta há pouco mais de 3 meses. Em entrevista à Adorável Criatura, Cordeiro, que já havia sido subsecretário da SEPDA, afirmou ter buscado restabelecer na secretaria uma visão mais ampla do trabalho da administração municipal em prol dos animais.

O secretário também ressaltou a necessidade de alterações na legislação que visa coibir maus-tratos e expôs sua visão sobre as principais necessidades da SEPDA. Cordeiro comentou, ainda, a relação entre o poder público e os protetores de animais.

Em 2016, o orçamento executado da SEPDA foi de cerca de R$ 11 milhões. O montante extrapolou em R$ 1 milhão a previsão original. Esse acréscimo se deu pela compra dos carros elétricos que substituíram, em maio, as charretes que circulavam pela Ilha de Paquetá.

As opiniões dos nossos entrevistados não necessariamente refletem a posição da Adorável Criatura a respeito de qualquer tema. Nosso blog privilegia a pluralidade de ideias e o debate aberto a respeito de temas ligados aos animais.

Adorável Criatura: Quais o senhor considera as principais características e realizações da sua gestão à frente da SEPDA?

Vinícius Cordeiro: Você tem hoje na secretaria uma compreensão um pouco mais universal do que é proteção animal. Envolve, por exemplo, repressão, combate ao tráfico, aos maus-tratos. A gente faz inclusive com animal silvestre, que não é o escopo da secretaria, mas é animal. Mesmo que a gente mande depois para o Ibama.

Hoje a gente faz o programa Bicho Rio, que é o programa (de esterilizações) de maior porte do país e está batendo recordes. Estamos chegando a 45 mil esterilizações contra 35 mil em 2015 e cerca de 30 mil em 2013 e 2014.

Melhoramos as condições de abrigo (da Fazenda Modelo), de alimentação, limpeza, administração de pessoal, inauguramos, agora, o solário do canil. Mas o que impede de manter um abrigo de maior qualidade é a contínua judicialização que se faz na cidade do Rio de Janeiro. Toda hora envia animal para lá. E detalhe, não só animal para ser abrigado definitivamente, também tem aqueles que são abrigados provisoriamente. Eu tenho que arrumar lugar para 40, 50 gatos, que, daqui a um mês, estão de volta na casa da Dona Cotinha, que vai provar que trata bem do bichinho. E o bichinho vai ficar pior, às vezes, dentro do abrigo. Embora eu tenha feito intervenções, a coisa não está do jeito que a gente gostaria por conta dessa questão.

Obras de construção do solário do canil da Fazenda Modelo. Foto: Divulgação/SEPDA

Obras de construção do solário do canil da Fazenda Modelo. Foto: Divulgação/SEPDA

A gente resolveu investir bastante na questão do Programa de Proteção aos Animais Comunitários, com os abrigos, monitoramento e vacinação de colônias. Estamos iniciando uma série de ações relativas às colônias, reservando porcentagens da castração prioritária para as colônias de felinos, onde a proliferação é muito grande. Temos que direcionar o aparelho público para onde tem problema de controle.

Estamos procurando deixar esses programas, brigando com o próximo prefeito para que eles tenham continuidade e deixando amarrados os protocolos para que sigam sendo executados posteriormente.

AC: Em que direção é preciso avançar mais na proteção aos animais?

VC: Qual a solução mais moderna das grandes capitais europeias? O que tem de mais moderno na proteção animal? É você efetivamente não deixar os animais nos abrigos, é dar uma sobrevida para eles. Tentar ver se a cidade investe mais pesadamente em controle. Você vai fazendo mais controle populacional nas colônias e, com isso, diminui infestação de doença, esporotricose, cinomose…

Diminui as zoonoses e, ao mesmo tempo, faz controle, incentiva a adoção, porque ninguém vai adotar o gato não castrado, não vacinado. É uma série de consequências positivas, se você faz o monitoramento que deve ser feito.

É muito difícil, está começando isso, a cidade hoje tem uma mancha grande, uma demanda grande de atendimento em colônia. Mas a gente tem que começar. Então estou retomando, talvez, o espírito que norteou a criação da SEPDA, em 2000, de fazer proteção animal na integralidade. Ou seja, melhorar as condições de habitabilidade dos cavalos, fazer controle populacional, investir na campanha dos maus-tratos, campanha contra o abandono, que piorou muito com a crise econômica. E a gente está tentando revitalizar a questão da educação ambiental. A SEPDA ainda não dispõe da estrutura ideal para o atendimento dessa demanda.

Por último, fizemos a iniciativa legislativa. Nós enviamos para a Câmara duas mensagens do prefeito Eduardo Paes, elaboradas pela equipe da SEPDA. Propusemos a criação do Fundo de Proteção da Vida Animal (Funprovida) e mudanças na lei dos maus-tratos, que hoje é inócua. Se você agride um gatinho, R$ 2 mil, se você mata um mico-leão-dourado, R$ 2 mil.

cachorro com placa bacteriana e tártora, que pode evoluir para doença periodontal

É uma sanção administrativa ridícula. A gente está adequando essa legislação com a legislação federal, seja na ampliação da tipologia, seja na aplicação das multas. Responsabilizando, inclusive, pessoas jurídicas, e dando poder de polícia administrativa para a Secretaria. E estamos brigando pelo cumprimento da Lei dos Animais Comunitários, que também precisa ser aperfeiçoada. É um trabalho muito grande pela frente.

AC: Em relação à legislação que coíbe maus-tratos, o principal problema está nas próprias leis atuais ou na inaplicabilidade delas?

VC: Não, a legislação infelizmente é insuficiente para o atendimento das nossas demandas. O caso mais célebre é o caso dos maus-tratos. A sanção administrativa de apenas R$ 2 mil, seja em que tipologia, em que modalidade for, é insuficiente. Ela precisa de uma gradação, precisa de valores que se traduzam numa sanção que tolha.

Como é que eu posso punir adequadamente uma pessoa jurídica que cometa maus-tratos com um grupo de animais? Eu não tenho (como punir), não tem gradação, não tem valor suficiente, não tem punibilidade de pessoa jurídica. Então a gente precisa melhorar a legislação. Não é um problema de o executor querer, não ter vontade política de executar.

Imagem elaborada pela SEPDA adverte sobre a multa de dois mil reais para quem pratica maus-tratos contra animais. Imagem: Divulgação/SEPDA

Para Vinícius Cordeiro, sanção administrativa de R$ 2 mil é insuficiente para coibir maus-tratos a animais. Imagem: Divulgação/SEPDA

Outra coisa que é importante falar: o Rio é tambor do país. Quando a cidade do Rio adota uma legislação, ela espraia, é reproduzida, repercute em outras cidades, como cidades do interior. Toda hora a gente recebe uma visita de alguém querendo conhecer, adotar, aplicar os conceitos da legislação municipal do Rio de Janeiro.

Qual a legislação animal talvez considerada a mais completa, a mais avançada do país? Alguns dizem que é a de Pelotas, outros dizem que é a de Guarulhos ou a de Curitiba. Que repercussão tem? Repercussão mediana. Porque você, na verdade, jamais vai ter o impacto, que é o impacto político, como o de uma legislação adotada na cidade do Rio de Janeiro.

AC: Recentemente, o Dr. Reynaldo Velloso, presidente da Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da OAB-RJ, disse, em entrevista à Adorável Criatura, que os protetores devem ter auxílio do governo porque, muitas vezes, fazem o que o poder público não faz. Qual a sua visão a respeito dessa relação do governo e da SEPDA com os protetores de animais?

VC: Vamos por partes. Nós iniciamos uma relação inédita, com um programa que ainda está embrionário. É o chamado programa Abrigo Amigo, que serve para dar apoio aos abrigos. Foi iniciado agora, com a crise da SUIPA. Por incrível que pareça, SUIPA, SEPDA e OAB, por exemplo, não trabalhavam em conjunto, o que era incompreensível, na minha cabeça de gestor. Sobre a relação com alguns abrigos, a gente já conseguiu traduzir esse apoio em iniciativas concretas.

Agora, a conversa com os protetores é muito multifacetada, muito diversa. Por quê? Porque os interesses são diversos. Há os protetores que atuam em ONGs e efetivamente estão no dia a dia do resgate, da castração, ou mesmo do abrigamento.

Há os protetores que atuam em colônias de animais comunitários. A esses a gente resolveu dar um tratamento diferenciado, no programa de animais comunitários, que determina que a gente cadastre e monitore ações deles. E eles têm prioridade no agendamento de castrações gratuitas.

Seminário sobre animais comunitários promovido pela SEPDA em parceria com a OAB e a ONG Oito Vidas, em 30/11. Foto: Divulgação/SEPDA

Seminário sobre animais comunitários promovido pela SEPDA em parceria com a OAB e a ONG Oito Vidas, em 30/11. Foto: Divulgação/SEPDA

Por último, há os protetores que são, tradicionalmente, desde aqueles que fazem mais que a castração, que, no meu entender, são protetores de verdade, têm uma ação mais ampla, que é de proteger os animais, até aqueles que só cuidam de castração, o que, para uma minoria, virou uma atividade lucrativa.

O número de protetores cadastrados na secretaria triplicou. E, com a crise econômica, muita gente começou a descobrir que aqui tem um serviço gratuito, que está cada vez mais caro (no mercado). E você criou uma corrida da classe média para o serviço gratuito.

Esse estrangulamento da demanda em relação à oferta criou alguns pontos de atrito com algumas ONGs da proteção. Isso fez com que a gente fizesse uma reengenharia nesse modelo de atendimento. Mas, de um modo geral, nossa relação com a proteção é boa, alguns canais inéditos foram construídos. Eu quero citar algumas organizações que têm atuado mais próximas da gente, como a SOZED, a Oito Vidas, a OAB, a SUIPA, a GARRA. Alguns abrigos tradicionais da cidade e outras organizações têm visto que não existe mais um fosso.

Eles têm sido parceiros da nossa gestão e, de fato, fazem, muitas vezes, o papel que o governo não consegue e não tem como fazer, porque nossos recursos são finitos, e a demanda é muito maior do que o tamanho da administração governamental.

AC: Sobre os cavalos que puxavam charretes na Ilha de Paquetá, estão todos no Santuário das Fadas? Como foi essa transição para os carros elétricos?

VC: Já estão todos no Santuário das Fadas, nas mãos da Patrícia Fittipaldi. Aliás, eu estive lá recentemente. Estamos agora monitorando esse novo desenvolvimento da Charretur. A Charretur, que é uma associação de charreteiros, está virando uma associação de condutores de carros elétricos. Isso está tendo um benéfico para o turismo da ilha.

Você tinha mais de 20 cavalos, que jogavam uma montanha de dejetos, fezes, de uma tonelada por semana. Obviamente que isso é um avanço na limpeza da ilha. Agora tem carro elétrico, que não polui, não faz barulho, não fica doente. O carro dá mais lucratividade hoje para o charreteiro do que o cavalo dava. Então, para eles está sendo uma alternativa lucrativa.

A gente fez um trabalho de convencimento, que não era só tirar a tração animal. Demos uma alternativa econômica para as famílias. Eles entenderam que a tração animal não era interessante para eles. Nós vamos fazer uma força aqui para que a tração animal seja proibida na nossa cidade. Mas você tem problemas. Por exemplo, diferentemente de Curitiba e cidades menores, que o pessoal compara muito, aqui tem milícia, tem tráfico.

Por exemplo, os cavalos da Xavier de Brito. Nós não podemos fazer a fiscalização porque é na Cachoeirinha. Vai lá o fiscal, para ver se o cavalo está comendo direitinho. Não dá, você não vai ser bem recebido com o lindo colete azul que nós temos. É uma cidade complexa. É uma cidade que tem tração animal na Zona Oeste, porque ainda tem zona rural lá, e tem muita tração animal irregular em pontos de milícia. Você tem dificuldade para o poder público atuar de uma forma mais firme nessas áreas.

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Adoráveis Histórias, Donos de Animais

Bombeiro faz respiração boca a boca em cachorro e salva sua vida

O bombeiro romeno Costache Mugurel fez respiração boca a boca em um cachorro e salvou sua vida. O cão foi encontrado inconsciente em uma casa que pegou fogo na cidade de Pitesti, a cerca de 120 km da capital, Bucareste. Momentos antes, o dono do pet havia sido resgatado, com vida, do mesmo local. O episódio ocorreu no dia 9 de dezembro.

Mugurel não mediu esforços para salvar o bichinho. De joelhos, fez massagem cardíaca no cachorro. Como o pet continuava sem reação, o bombeiro decidiu tentar a respiração boca a boca. O procedimento funcionou. Aos poucos, o peludo começou a recuperar a consciência, livre da fumaça tóxica que ocupava seus pulmões.

Com o auxílio de um colega, Mugurel colocou uma máscara de oxigênio no cachorro, que depois foi levado para um hospital veterinário. Enquanto lutava contra o tempo, o bombeiro disse ao peludo “Não me deixe”, além de fazer carinho em sua cabeça. O pet não corre mais riscos e já apareceu, em um vídeo postado por seu dono, repousando em uma gaiola. O bichinho agora espera receber alta para voltar para casa.

Bombeiro é reconhecido mundialmente

Em seu Facebook, o Mugurel escreveu a mensagem: “Ninguém é deixado para trás”. O bombeiro recebeu um distintivo de honra do Inspetor Geral da corporação na última segunda-feira, 12 de dezembro.

Leia também: 6 cães que vieram ao mundo para mudar vidas

Muito além de se tornar um herói local, o Mugurel ganhou a admiração de milhões de pessoas ao redor do mundo, que manifestaram seu apoio por meio das redes sociais. Em resposta, o bombeiro agradeceu, mas disse que estava apenas cumprindo seu dever.

O vídeo em que o bombeiro faz a respiração boca a boca no cachorro foi postado pelo fotojornalista romeno Costi Tudor, em seu Facebook, e já conta com mais de 3 milhões de visualizações. Confira a filmagem:

 

Veja, também, o vídeo do cãozinho se recuperando no hospital veterinário:

 

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Empresas Pet, Marketing Digital, Redes Sociais

Grupos do Facebook: como divulgar sua empresa pet

Compartilhar postagens em grupos do Facebook é uma prática que pode gerar ótimos resultados para clínicas veterinárias, adestradores, empresas de petiscos ou qualquer outro negócio pet. Com as frequentes mudanças no Feed de Notícias da rede social, encontrar formas gratuitas de alcançar um público maior é fundamental para qualquer negócio pet.

Reunindo pessoas interessadas em assuntos específicos, os grupos do Facebook são os ambientes ideais para divulgar conteúdo direcionado.  Confira algumas dicas para aproveitar ao máximo este recurso:

Identifique os grupos mais importantes para sua empresa

O primeiro passo é identificar e entrar nos principais grupos do Facebook de pessoas apaixonadas por cães, gatos ou quaisquer outros bichinhos que você atenda. Em grupos muito grandes, normalmente há membros de todas as regiões do Brasil. Por isso, é provável que alguns deles morem na cidade em que fica sua empresa pet.

A etapa seguinte é refinar a sua busca. Procure por grupos menores, porém de pessoas do seu estado e cidade, que sejam interessadas em animais de estimação. Embora às vezes essas comunidades sejam pequenas, seus integrantes costumam ser muito ligados aos seus pets, o que pode facilitar a divulgação do seu negócio.

Fique atento às regras dos grupos do Facebook

O Facebook permite que cada grupo se organize a partir de regras próprias. Em alguns, é possível vender produtos e divulgar serviços. Em outros, não se pode fazer qualquer divulgação de empresas. Por isso, leia com atenção os termos de uso antes de compartilhar seu conteúdo.

Em grupos mais abertos, você pode, eventualmente, compartilhar mensagens mais institucionais, claramente ligadas à sua empresa. Em comunidades com regras mais restritivas, por outro lado, uma alternativa é postar fotos, vídeos e memes engraçados, publicações com alto poder de trazer mais curtidas para sua página.

Normalmente, o criador do grupo deixa claras as regras em uma publicação fixada, no topo da página. Caso não encontre essa postagem, veja o que as pessoas normalmente compartilham na comunidade. Na dúvida, entre em contato com um dos administradores dela para se informar a respeito.

Cuidado com bloqueios por excesso de compartilhamento

O Facebook pune o que ele considera SPAM ou comportamento inconveniente. Por isso, quando você compartilha em muitos grupos seguidamente, seu perfil pode ser bloqueado temporariamente.

O Facebook costuma mostrar um aviso antes de fazer o bloqueio. Em geral, isto acontece quando você passa muito de 20 compartilhamentos seguidos da mesma postagem, mas esse padrão pode variar bastante. Caso receba a advertência, pare imediatamente e espere algumas horas antes de continuar a postar em grupos.

Fique ligado no blog da Adorável Criatura para mais dicas sobre Inbound Marketing e aprenda a gerir redes sociais, criar ótimos posts, planejar campanhas de e-mail marketing e muito mais.

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