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Cachorro com medo de fogos: como acalmar seu pet

Cachorro com medo de fogos é um problema muito comum durante o Ano Novo. Com um truque simples, no entanto, é possível acalmar seu amigo e curtir um réveillon tranquilo.

Muitos cães ficam extremamente assustados com o barulho de fogos de artifício. Na virada do ano, essa fobia pode causar um grande estresse ao bichinho. Alguns remédios calmantes podem ser receitados pelo médico veterinário para controlar essa situação. Mas você também pode testar um procedimento bastante popular, que acalma grande parte dos cachorros: o truque do pano.

É muito simples: basta usar um pano para enrolar o tronco do cachorro com medo de fogos, seguindo algumas orientações simples. Veja, abaixo, como fazer.

O que deixa o cachorro com medo de fogos?

Imagine escutar explosões altíssimas sem saber a causa. Provavelmente, você ficaria com medo. Como os cachorros não entendem o que são os fogos de artifício, para eles o barulho é extremamente angustiante. Muitos cães interpretam os sons como possíveis ameaças, o que os deixa alertas e provoca desgaste emocional.

Além disso, a audição dos cachorros é muito mais poderosa que a dos seres humanos. Se já tem gente que se incomoda com o barulho de fogos, imagine a situação pela qual os peludos passam! Para completar, no Ano-Novo, a queima de fogos de artifício costuma durar várias horas, em muitas cidades, pois as pessoas começam a soltá-los bem antes da virada.

Ou seja, é a receita ideal para uma noite de terror entre os cães. Muitos deles podem até fugir de casa, ou passar mal.

Como fazer o truque do pano?

Para acalmar seu cachorro com medo de fogos, você vai precisar de um pano longo, com o comprimento variando de acordo com o tamanho do pet. Basta enrolar ao redor do peludo de acordo com o desenho abaixo.

Aprenda a acalmar o cachorro com medo de fogos usando o truque do pano. Imagem: Divulgação/Twitter do Gelo of Paws

Aprenda a acalmar o cachorro com medo de fogos usando o truque do pano. Imagem: Divulgação/Twitter do Gelo of Paws

Primeiro, passe o tecido pelo peito do cachorro. Em seguida, cruze as pontas sobre o dorso do pet, fazendo com que elas se encontrem no tórax do peludo. Depois, cruze novamente, de modo que as pontas do pano voltem para a parte de cima do seu amigo. Por último, dê um nó firme, mas não muito apertado.

Tenha muita atenção para não comprimir o pescoço, a barriga ou a coluna do cachorro. Assim que finalizar o nó, observe atentamente seu amigo, para ver se ele está com algum tipo de limitação de movimentos ou respiração. Se isso acontecer, tire o pano imediatamente.

Mesmo que o peludo se adapte bem, fique de olho nele até a hora de tirar o pano. Afinal, em algum momento, o cachorro pode tentar remover o tecido e acabar se enrolando. O pet também pode passar em algum lugar onde a faixa ficaria agarrada.

O ideal é que você teste o truque do pano pelo menos uma vez antes do dia do Ano Novo. Assim, você se habitua a fazer ao procedimento, e seu cachorro já vai se acostumando à ideia de ficar um tempinho com essa “roupa” diferente.

Por que o truque do pano funciona?

O truque do pano foi desenvolvido pela treinadora de animais canadense Linda Tellington-Jones. A leve pressão exercida pela faixa de tecido faz com que o sistema nervoso do cachorro se reequilibre. A circulação do pet também é estimulada, o que evita que a cabeça sofra com baixa irrigação. Como resultado, o peludo, aos poucos, tende a se acalmar.

A resposta ao truque do pano varia de cachorro para cachorro. Em todo caso, mesmo que seu pet se dê bem com o tecido, evite ao máximo deixá-lo exposto ao barulho dos fogos de artifício. Dessa forma, todos passam um Ano-Novo mais tranquilo.

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Produtos e Serviços, Saúde

Reiki Animal: você conhece os benefícios dessa terapia para os pets?

Você sabia que o método Reiki é uma terapia integrativa e complementar, já bastante utilizada em seres humanos? Esse tratamento faz parte hoje inclusive em hospitais e no SUS pelo Brasil.

É uma forma holística de tratamento, que possuí benefícios físicos, mentais e emocionais, recomendada pela Organização Mundial da Saúde – OMS.

O método atua no alívio de dores e sintomas causados por enfermidades. Age no equilíbrio do organismo e fortalece a imunidade. Traz alívio aos efeitos colaterais de remédios e tratamentos como quimioterapia, sendo um ótimo aliado em casos oncológicos, por exemplo.

Animais que estão em recuperação, sem apetite, em reabilitação, com fraturas, tumores, infecções, feridas, problemas respiratórios, cardíacos, neurológicos, em fases terminais de doenças ou que enfrentam dificuldades da terceira idade, podem se beneficiar da aplicação do tratamento.

Problemas emocionais como luto, depressão, ansiedade de separação, agressividade, medo intenso, dificuldade de integração com outros animais ou pessoas, agitação, stress, automutilação, entre outros, também podem ser tratados com o método Reiki.

 

O que é Reiki e como funciona?

O Reiki é um método japonês de tratamento holístico. Trata o receptor de maneira integral, desde o aspecto físico, até o emocional, mental e espiritual.

A aplicação da energia Reiki é feita através das mãos do terapeuta. Através de seu conhecimento, o terapeuta vitaliza o corpo físico e mental, contribuindo para o bom funcionamento e reequilíbrio das principais glândulas, sistemas e órgãos.

Além disso, promove uma rápida cicatrização de feridas e fraturas, facilitando a regeneração de tecidos. Por fortalecer o sistema imunológico, o Reiki auxilia na recuperação de qualquer tipo de doença, pois o foco do tratamento é o sistema físico/energético do receptor. Uma vez equilibrado, terá mais facilidade no processo de recuperação, assim como mais conforto e controle da dor e sintomas desagradáveis.

Nos corpos energéticos, emocional e mental, trabalha os traumas, emoções e bloqueios energéticos, que afetam a saúde integral do indivíduo. Promove bem-estar, paz, alívio emocional e conforto. Além do bom funcionamento dos chakras e um livre fluxo de energia vital nos meridianos sutis.

Tratamento Alternativo com Reiki Animal

Acompanhe os textos da Animastê para saber mais sobre saúde integrativa e Reiki Animal!

Entre em contato e agende uma sessão para seu companheiro animal: [email protected] ou (11) 94276-5350.

“A prática do Reiki Ryoho significa que o praticante deseja felicidade, saúde e bem-estar para todos os seres vivos.”

PETTER, Frank Arjava. Isto é Reiki.

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Donos de Animais, Saúde

Cuidados com cães braquicefálicos: guia completo

Algumas raças de cachorro merecem atenção especial no que diz respeito à saúde. Os cuidados com cães braquicefálicos (de focinho achatado), como pug, buldogue francês, buldogue inglês, buldogue americano, pequinês, boxer, shih tzu, lhapsa apso e outros, devem ser constantes para que esses peludos tenham seu bem-estar sempre preservado. Por isso, preparamos 5 dicas que farão você entender melhor as necessidades do seu pet.

Conheça alguns cuidados com cães braquicefálicos:

  • Proteja seu pet do calor

Cachorros controlam as temperaturas de seus corpos por meio das trocas de ar. Por conta do formato de seus focinhos, cães braquicefálicos têm dificuldades naturais para respirar. Por isso, é preciso ter atenção redobrada com o calor. Não leve seu pet para caminhadas muito longas ou intensas, especialmente em dias quentes. Mantenha o peludo sempre hidratado e, caso perceba que ele está ofegante, pare imediatamente em um local fresco para deixá-lo descansar.

  • Use peitorais em vez de coleiras

Puxões na coleira são desagradáveis para qualquer cachorro. No caso de cães braquicefálicos, entretanto, essa ação pode provocar bem mais que um mero incômodo. Como a cabeça desses cachorros é mais curta que o normal, as órbitas oculares também são menores. Dessa forma, um solavanco no pescoço pode fazer com que os olhos do pet se projetem para fora. O ideal, portanto, é usar um peitoral com a guia, de modo a não provocar esse tipo de impacto.

  • Fique de olho nas alergias

Cães braquicefálicos costumam sofrer muito com alergias. Irritações, coceiras, rinite e espirros são sintomas comuns apresentados por muitos peludos. Fique atento a perdas de pelo, pele machucada, espirros além do comum e olhos lacrimejantes. Comportamentos como lambidas frequentes nas patinhas ou em outras partes do corpo também podem indicar algum problema de saúde. Caso você observe alguma coisa suspeita, leve seu amigo ao veterinário.

  • Observe o nariz do seu cão

Como está a pele do nariz do seu bichinho? Muita gente não liga quando a área apresenta alguma descamação ou crosta, o que é um erro grave. Alterações desse tipo, comuns em cães braquicefálicos, podem indicar desde simples alergias até doenças dermatológicas mais sérias. Lembre-se de evitar expor seu pet demais ao sol e use filtro solar especial para cachorros nele. Caso perceba alguma mudança no focinho, procure seu veterinário de confiança.

  • Cuide dos dentes do seu amigo

A limpeza dos dentes é um procedimento fundamental para a saúde dos cães. Raças braquicefálicas, em especial, necessitam de cuidados ainda mais constantes. Como há menos espaço na boca desses peludos, os dentes, muitas vezes, crescem de maneira desorganizada, o que favorece o acúmulo de tártaro. A falta de escovação pode levar a consequências graves, como a doença periodontal. Para saber mais sobre a saúde bucal do seu peludo, leia este post.

Cuidados com cães braquicefálicos. Foto: Divulgação/Anita Peeples

Baixe nosso Guia Prático das Raças de Focinho Achatado e conheça tudo sobre a saúde do seu pet. Foto: Divulgação/Anita Peeples

Saiba mais sobre cuidados com cães braquicefálicos

Se você gostou das nossas dicas e quer saber como evitar e tratar outros problemas de saúde que afetam cachorros braquicefálicos, faça o download gratuito do nosso Guia Prático das Raças de Focinho Achatado, dividido em duas partes. Elaborados pelo Mundo Bull, em parceria com a Adorável criatura, os e-books oferecem informação de qualidade, com o objetivo de ajudar donos de pets a cuidar melhor do bem-estar de seus amigos peludos.

Clique aqui para baixar a parte 1 do Guia Prático das Raças de Focinho Achatado.

Clique aqui para baixar a parte 2 do Guia Prático das Raças de Focinho Achatado.

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Comportamento, Donos de Animais, Saúde

Descubra como ter uma casa segura para o seu gato

No Brasil, assim como em diversos países, quando o assunto é escolher um animal de estimação, o gato é a opção em um rumo crescente e desenfreado. Segundo pesquisas, nos próximos anos, o número de gatos presentes nas casas dos brasileiros será maior do que o de cães.

Essa preferência pelos felinos está ligada às necessidades de um mundo sofisticado, que exige um animal inovador, com comportamento menos submisso ao homem, sem precisar de passeios, nem banhos, e que apresente atividade e educação compatíveis com a tendente urbanização das cidades brasileiras, construídas em sua maioria por mais prédios do que casas.

O aumento do número de gatos gera dúvidas, principalmente quando se trata do comportamento e das necessidades desses animais em casa.  O grande problema é que a maioria das pessoas não conhece o comportamento natural dos felinos.

Apesar de serem considerados animais domésticos, eles não tiveram suas características originais alteradas para servirem aos seres humanos.

Gato selvagem

Origem do Gato

Os gatos domésticos possuem um comportamento muito peculiar, relacionado à sua origem. Eles possuem características naturais herdadas dos seus ancestrais, os gatos selvagens, que são caçadores solitários de hábitos noturnos. Habitantes das savanas e dos desertos, alimentam-se e se hidratam através da ingestão de pequenos roedores e lagartos. Os gatos não bebem muita água devido à baixa oferta nos locais onde vivem.

Os gatos são animais bastante territorialistas, esfregam-se e arranham locais para marcar seu território pela impregnação de feromônio natural. Esse odor só os gatos são capazes de sentir e identificar. Observando todas as características originais dos gatos, começamos a entender por que levar um gato para dentro de casa não significa somente telar todas as janelas e áreas de escape para que ele não saia na rua.

Um ambiente adequado e enriquecido para a espécie felina é a principal forma de promover saúde, bem-estar e segurança, permitindo uma interação com a família de forma tranquila e harmoniosa.

Cuidados com a hidratação do Gato

Nutrição e hidratação

A adaptação ambiental às necessidades dos gatos começa com os cuidados nutricionais que devemos ter com essa espécie. As rações secas industrializadas (de diferentes marcas), ainda são os alimentos balanceados que possuem todos os nutrientes necessários à espécie.

Assim como na natureza, os gatos bebem pouca água, por isso, estudos apontam que, além de ração seca, é indicada a comida úmida para gatos (sachês e latas industrializadas). Essa é uma estratégia para aumentar a ingestão de água e reduzir os problemas renais e urinários, comuns na espécie.

Outra dica para que os gatos bebam mais água é disponibilizar vários potes de boca larga. Isso aumenta a chance de o animal beber água, já que eles não gostam de encostar seus bigodes nas bordas. O uso de fonte para gatos pode ser uma tentativa, mas o gato pode se desinteressar pela novidade e deixar de usar a fonte após um período.

Exemplo de como não organizar a caixa sanitária do gato

Exemplo de como não organizar a caixa sanitária do gato

Caixa Sanitária

A caixa sanitária é um item muito importante para a vida do gato. O melhor tipo de areia é aquela à qual o gato melhor se adapta. A quantidade recomendada de vasilhas sanitárias é sempre o igual ao número de gatos na casa mais um. Ou seja, se você possui dois gatos, o ideal é ter, no mínimo, três caixas espalhada pela casa.

Dessa forma, você evita que os animais retenham urina e fezes, por qualquer motivo que seja. Mais importante do que a quantidade de caixas é a disposição delas pela casa. As caixas não devem estar dispostas uma ao lado da outra.

É importante dizer que o manejo inadequado da caixa sanitária pode levar o gato a fazer xixi e fezes no sofá, cama e outros locais. A eliminação inapropriada precisa ser avaliada por um veterinário, pois pode ter relação com problemas comportamentais.

Gato que destruiu o sofá

Marcações territoriais

Os gatos vivem em um mundo olfatório e possuem glândulas espalhadas pelo corpo. Elas são responsáveis por garantir controle de mobilidade, controle social de hierarquia e controle sexual, no ambiente em que vivem os animais. Por isso, eles se esfregam e arranham objetos, para impregnar um cheiro que só pode ser sentido pelos gatos.

Esses estímulos são instintos naturais que “vêm de dentro”, então não existe a opção de ter um gato e dizer: “eu não quero que meu gato arranhe nada!”. A única solução para isso é fornecer arranhadores adequados para que os animais exibam esse tipo de marcação territorial.

O mundo olfatório dos gatos precisa ser respeitado. É importante nunca realizar mudanças bruscas no ambiente. Pintar a casa no fim do ano é algo comum e muito prejudicial aos felinos. Isso retira toda informação olfatória do animal, podendo até fazê-lo adoecer.

Introduzir novos animais na casa é algo que precisa ser feito de forma gradativa e sempre com orientação veterinária. Uma socialização mal feita pode gerar traumas irreversíveis aos animais e à família envolvida.

Arranhador para gato

Setorização e Áreas para descanso

Uma situação comum é “o cantinho do gato”, onde os tutores colocam água, comida, caixa sanitária e brinquedos, tudo em um mesmo local. Isso é muito ruim, pois os gatos gostam de fazer cada coisa em um lugar diferente: dormem em um local, comem em outro, sempre brincando e explorando toda a casa.

Os gatos também gostam e precisam de locais altos, para observação de tudo que está ao seu redor. Lembre-se de que na natureza, além de serem predadores, eles podem ser presas, por isso ficam o tempo todo alertas.

Gostam de escalar locais altos e móveis, sendo indicada a disposição de prateleiras, nichos e tocas. Assim, eles podem descansar e se sentirem seguros no ambiente em que vivem.

As melhores brincadeiras para os gatos são as que simulam a caça de presas! É sempre importante a introdução de brinquedos novos, para que o gato nunca pense que seu brinquedo é uma “presa morta”.

Brinquedos novo é sempre uma festa para o gato. Eles evitam problemas de disfunção cognitiva da idade, que atingem gatos pouco estimulados durante a vida. A vida dos bichanos não é apenas comer e dormir!

Setores em casa para que seu gato possa brincar

Segurança

Dentro de casa, é importante tomar cuidado com fiações elétrica, para evitar choques, plantas tóxicas e produtos químicos, para evitar intoxicação dos animais. Mas a principal forma de fornecer segurança aos gatos é mantê-los restritamente dentro de casa.

Algumas doenças virais graves e incuráveis estão disseminadas pelos gatos de vida livre em todo o país. Permitir que nossos gatos tenham acesso à rua é expô-los a essas doenças, que diminuem a expectativa de vida.

Além das doenças, ao liberar seu animal para um passeio, ele pode brigar com outros animais, ser atropelado, ou ser vítima de maus tratos ou envenenamentos. Ainda existem muitas pessoas que não gostam de gatos.

Os gatos são animais curiosos, que adoram explorar ambientes novos. A melhor forma de impedir que saiam de casa é a adaptação de redes e telas apropriadas para janelas e áreas de escape. Isso evita de toda forma que o animal tenha acesso aos perigos que moram na rua.
tela de proteção para gato

Família multiespécie feliz

O sucesso para manter um gato feliz é conhecer e respeitar todas as suas características originais. É importante fornecer a eles a possibilidade e os estímulos necessários para uma vida enriquecida. O ambiente precisa ser harmonioso para que os laços afetivos se criem, e a família multiespécie se ame e se respeite.

Veja aqui outros artigos sobre gatos.

Família mutiespécie

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Donos de Animais, Saúde

Alergia nas patinhas: 4 maneiras de evitar e combater

Alergia nas patinhas é um problema que afeta diversas raças de cachorros. Após um passeio, muitos peludos ficam com irritações nas almofadinhas e nos espaços entre elas. O que era para ser uma atividade totalmente prazerosa, acaba trazendo incômodo ao animal e preocupação ao dono.

Para contornar o problema da alergia nas patinhas, existem opções práticas e com baixo custo. Abaixo, listamos algumas alternativas sugeridas por diversos donos de animais. Mas lembre-se: essas dicas não substituem o atendimento veterinário.

Sempre que seu cãozinho apresentar qualquer irritação ou outro problema de saúde, leve-o ao profissional capacitado para atende-lo e tratá-lo.

  • Botinhas

O melhor caminho é sempre a prevenção. E para evitar que as alergias apareçam nas patas do seu amigo, as botinhas, ou sapatinhos, são uma boa pedida. Esteja, apenas, preparado para os primeiros usos, que nem sempre são fáceis…

Alguns cachorros têm dificuldades para se adaptar ao uso de botinhas

Fonte: pbh2.com

Apesar do estranhamento inicial, entretanto, muitos peludos acabam se adaptando e passam a usar as botinhas naturalmente. O mais importante é perceber a reação do animal. Caso fique claro que essa proteção é desconfortável para ele, busque outras possibilidades.

  • Bandagem adesiva hipoalergênica

Uma alternativa para impedir o contato direto das patas do cachorro com o solo é o uso de bandagens hipoalergênicas, vendidas em farmácias e lojas de equipamento esportivo. Como as faixas ficam mais justas que as botinhas, alguns cães se sentem mais confortáveis dessa forma. O ideal, portanto, é que você teste os dois métodos e veja como seu pet reage a cada um.

  • Óleo de coco extravirgem

O óleo de coco extravirgem é um daqueles produtos coringa, que todo mundo precisa ter em casa. Uma de suas muitas utilidades é aliviar alergias nas patinhas de cachorros.

Basta aplicar um pouco do óleo e massagear com cuidado, dando atenção especial às regiões entre as almofadinhas. Faça isso duas vezes por dia e observe se a irritação melhora. Não deixe o animal ingerir o produto.

Caso você perceba alguma piora, suspenda o uso do óleo e procure o veterinário imediatamente.

  • Sulfato de magnésio

Também conhecido como “sal Epsom” ou “sal de Epsom”, o sulfato de magnésio é outro composto muito útil no combate às alergias nas patas de cachorros. O produto pode ser encontrado em farmácias.

Para uma xícara de sulfato de magnésio, adicione cerca de 4 litros de água morna. Depois, basta mergulhar as patinhas do seu cão no líquido. Realize esse procedimento durante 10 minutos, duas vezes por dia. Não deixe o cachorro ingerir a mistura.

Caso você perceba alguma piora, suspenda o uso do sulfato de magnésio e procure o veterinário imediatamente.

Alergia nas patinhas de cachorros braquicefálicos

Os cachorros braquicefálicos (de focinho achatado) estão entre as raças que mais sofrem com alergias de contato. Entre eles estão pugs, buldogues, boxers  e muitos outros.

Cachorros braquicefálicos, como o buldogue francês, apresentam alergia nas patinhas com muita frequência.

Se você é dono de um peludo com essa característica, não deixe de conferir o guia que a Adorável Criatura preparou em parceria com o Mundo Bull. Dividido em duas partes, esse documento traz diversas informações e dicas sobre a saúde de cachorros braquicefálicos. O capítulo “Dermatite Atópica”, localizado na parte 2 do guia, tem tudo o que você precisa saber sobre alergias na pele do seu pet.

 

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Donos de Animais, Saúde

Acupuntura Veterinária no Brasil e seu cenário atual

Cada ano que passa temos mais pessoas interessadas em conhecer, estagiar e realizar cursos na área da acupuntura veterinária.

Acreditamos que dentro da medicina atual os profissionais ou estudantes têm buscado áreas cuja relação médico-paciente seja mais ampla e holística. A acupuntura veterinária tem essa característica. Isso tem sido um ponto positivo tanto para os clientes quanto por parte dos próprios veterinários.

A Acupuntura Veterinária é benéfica para todos

Junto com esse benefício podemos citar o tipo de cliente diferenciado que procura a acupuntura veterinária, com uma maior propensão a realizar o máximo para salvar ou dar qualidade de vida ao seu animal.

Com horários melhores e mais estáveis do que aqueles encontrados em hospitais ou clínicas veterinárias, também faz com que a qualidade de vida do médico veterinário com essa atividade (acupunturista) também melhore.

Abravet

Atualmente contamos com uma associação de classe em crescimento e com uma prova para a obtenção do título de especialista em Acupuntura Veterinária, a Abravet. A Associação Brasileira de Acupuntura Veterinária, cuja sigla é Abravet, foi fundada em 9 de Agosto de 1.999.

Em abril de 2016 tivemos a primeira prova para obtenção de título de especialista com 13 pessoas aprovadas. Há grandes importâncias nessa conquista da Abravet.

Especialidade exige alta qualificação

A primeira é a alta qualificação que o profissional precisa ter como médico veterinário pós-graduado para ganhar um título de especialista em sua área. O que faz com que o nível dos nossos colegas apenas aumente e torne a medicina veterinária cada vez mais respeitada, assim como a nossa especialidade.

A segunda é a força exercida em todos os demais profissionais da área para seu contínuo aperfeiçoamento. Isso faz com que os cursos de formação sejam forçados a melhorias em suas metodologias de ensino, já que os próprios alunos ficarão mais seletivos e exigentes.

Toda a cadeia de conhecimento acaba ganhando com o reconhecimento do título de especialista

Um mercado sempre aquecido, independente de crise

Os impactos diretos para os animais e seus tutores são a melhoria técnica dos profissionais pós-graduados em acupuntura veterinária e uma concorrência de alto nível no mercado de trabalho.
O mercado profissional para o bom profissional médico veterinário sempre estará bem aquecido, mesmo em épocas difíceis como essa.

Quando se fala em bem-estar e cuidados com os animais, há a manutenção de tratamentos, mesmo com as pessoas fazendo sacrifícios ou até abdicando de coisas para si. Para o cliente do médico veterinário acupunturista isso não é menos verdade, pois há uma melhora visível da maioria dos pacientes tratados com acupuntura, e quando o cliente percebe isso, ele se fideliza e mantém o tratamento como indicado.

Não conhece ainda os benefícios da Fisioterapia e Acupuntura Veterinária? Acesse aqui e descubra em detalhes.

Acupuntura Veterinária no Cachorro

Um futuro próspero

Atualmente possuímos muitos colegas atuando em cidades do interior. Eles vêm de estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande de Sul. Mas ainda tem uma grande maioria nos grandes centros e capitais, até mesmo pelo tipo de relação das pessoas com seus animais nessas regiões.

Creio que estamos caminhando para um feliz futuro na acupuntura veterinária. Já existem bons cursos de pós-graduação nessa área. A grade curricular não perde em nada para os cursos de formação em acupuntura humana. Esta que já existe há mais tempo no mercado.

O que precisamos fazer para mantermos a nossa especialidade sempre em crescimento dentro da medicina veterinária é o contínuo aprendizado. É importante também fazer a manutenção de maneiras de prestigiarmos os bons profissionais. Como é o caso do título de especialista, por exemplo, e também da premiação de trabalhos científicos bem delineados. Tem também o convite para palestrar de colegas com atuações diferenciadas, e assim por diante.

Espero que você tenha gostado da matéria. Não deixe de acessar o site da Flor de Lótus e, se mora em São Paulo, venha nos visitar. ?

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Produtos e Serviços, Saúde

Milteforan: Aprovado remédio contra Leishmaniose

Leishmaniose Visceral Canina era, inicialmente, uma zoonose caracterizada como doença que acometia apenas zonas rurais. Todavia, vem se expandindo para áreas urbanas de médio e grande porte. Se tornou um crescente problema de saúde pública no país e em outras áreas do mundo, estando em franca expansão geográfica.

Na América Latina, a doença já foi descrita em pelo menos 12 países, sendo que 90% dos casos ocorrem no nosso país, especialmente na Região Nordeste.

No Brasil, o controle da doença era feito a partir de acompanhamento Médico Veterinário e de remédios humanos. Porém, após junho deste ano, o Ministério da Saúde e o Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) proibiram o uso de remédios humanos.

A discussão já acontece a muitos anos. De um lado estão os Médicos Veterinários, que defendem o tratamento dos cães infectados e, do outro, órgãos públicos que acreditam a eutanásia ser o método mais eficaz para a diminuição da proliferação da doença.

Finalmente a importação do remédio para tratamento em cães, Milteforan, é aprovada pelo Ministério da Agricultura. O laboratório responsável é a VIRBAC e, mesmo com filial no Brasil, alegava-se que o componente iria acabar sendo usado em tratamento de humanos, logo, não era permitido.

O órgão prevê que o remédio passará a ser comercializado a partir do ano que vem. O tratamento será liberado para uso em todo o país. Ainda assim o MAPA, em nota técnica, alega que o tratamento com Milteforan é feito em caráter individual, não anulando medidas de saúde pública para o controle da doença.

A doença

A Leishmaniose é uma doença transmitida pela picada do mosquito-palha. Ele é atraído por locais sujos e que contenham restos de materiais orgânicos. Ela atinge tanto cães, quanto humanos.

Mosquito flebotomo

Nos cães aparecem sintomas como emagrecimento, descamação e perda de pelo, feridas ao redor dos olhos, orelhas, patas e focinho, crescimento acelerado das unhas, além de grande apatia.

Em humanos é caracterizada por febre de longa duração, perda de peso, fraqueza orgânica e muscular, anemia, dentre outras manifestações. Quando não tratada, pode evoluir para óbito em mais de 90% dos casos.

O tratamento com Milteforan

Estima-se que após o início do tratamento com Milteforan, os sinais clínicos da doença começam a diminuir drasticamente. Após 2 semanas já se observa um resultado satisfatório. Após 4 semanas do término do tratamento, esses sinais continuam a melhorar. Ou seja, é um tratamento onde o resultado é efetivo, porém não imediato. Caso queira ler mais sobre o remédio, visite a página de sua bula.

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Saúde

Conjuntivite Canina: Conheça suas características

Conjuntivite é a inflamação inespecífica da mucosa ocular e pode ser causada por alergias, bactérias, vírus, parasitas e corpo estranho. Ao contrario do que ocorre nos humanos, a conjuntivite canina não é contagiosa. Ela pode ser primária ou secundária a outra doença, por isso é muito importante levar seu cão ao Médico Veterinário para que se estabeleça a causa desta enfermidade.

Essa doença está normalmente correlacionada a infecções por vírus e doenças da córnea, aparato lacrimal e da pálpebra. Alguns exemplos podem ser Cinomose, Cerato Conjuntiviteseca (olho seco), Úlcera de Córnea, Entrópio (pálpebra virada para dentro), Ectrópio (flacidez da pálpebra com exposição da conjuntiva) e Distriquiase (alteração do nascimento dos cílios fazendo com que entrem em contato com a córnea).

Independente da causa primária, as infecções bacterianas secundárias podem agravar a doença.

A Conjuntivite Canina é uma doença que causa grande incomodo ao cão e deve ser imediatamente tratada para que não evolua de forma negativa e o animal perca a visão ?. Não é incomum o animal ferir a córnea esfregando os olhos nas patas no intuito de alivia a coceira.

Sintomas mais comuns da Conjuntivite Canina

  • Irritação
  • Vermelhidão
  • Inchaço
  • Lacrimejamento
  • Secreção purulenta em casos de infecção secundária
  • Dificuldade de abrir o(s) olho(s)

Cães braquicefálicos são mais propensos devido a anatomia cranial. Esses cães possuem os olhos mais proeminentes, o que deixa os olhos mais expostos a agressões ambientais e mais propensos a ulceras de córnea.

Já conhece nosso e-book sobre Cães Braquicefálicos? Conheça mais sobre raças com essa característica. Clique aqui e baixe GRATUITAMENTE!

Tratamento

O tratamento consiste na limpeza dos olhos com soro fisiológico e administração de colírio prescrito pelo Medico Veterinário. É muito importante não usar medicações por conta própria no intuito de não agravar o problema. No caso dela ser secundária, deve-se tratar a enfermidade principal também.

Podemos adotar algumas medidas na rotina de nossos amigos a fim de evitar as irritações oculares e consequente conjuntivite. São elas:

  • Não usar produtos sem orientação veterinária
  • Não andar na janela do carro
  • Cuidado com o uso do secador direto nos olhos
  • Usar shampoos indicado pelo veterinário que não cause irritação ao cair nos olhos
  • Não usar perfume
  • Limpar os olhos com soro fisiológico sempre que necessário
  • Cães de pêlo longo devem ter cuidado redobrado com a pelagem que pode incomodar dentro dos olhos.

Notou algum desses sintomas em seu cão? Leve-o imediatamente ao Médico Veterinário de sua confiança e descarte qualquer outra doença primária. Comece o tratamento o quanto antes. Conjuntivite Canina pode levar à cegueira.

Parasita de Conjutivite Canina

Conjuntivite causada por parasito. Fonte: Dog Health HandBook.

Conjuntivite Canina

Secreção purulenta e vermelhidão, Fonte: Animais Cultura Mix.

Úlcera de Córnea, Conjuntivite Canina.

Úlcera de Córnea. Fonte: Praia dos Bichos.

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Saúde

Banho no pet? Saiba a frequência!

Você tem dúvidas de como dar banho no pet? Essa é sempre uma questão de vários donos de animais, isso não é apenas um detalhe, a pele do cachorro e do gato são diferentes da nossa e exigem cuidados diferenciados.

 

banho no pet

 

Mas qual é a frequência ideal para o banho no pet?

A frequência máxima de banho é de  2 vezes ao mês para cães (depende muito da raça, se é ou não alérgico também) e 1 vez ao mês para gatos.

O procedimento deve ser realizado com produtos veterinários e dê preferência para aqueles sem perfume. O perfume pode causar irritação na pele dos cães e, no caso dos gatinhos, eles tendem a não gostar do cheiro ativo.

 

Seu pet pode ser vegetariano? Saiba se é possível ou não adaptar essa rotina ao seu peludo.

 

O gato, particularmente, costuma não curtir muito o banho, mas com carinho e cuidado, mantendo isso dentro de uma rotina e, de preferência, começando enquanto ele ainda for filhote, você consegue chegar a um momento relaxante e agradável tanto pra você, quanto para o felino. Confira as dicas no vídeo abaixo:

 

 

Os pets devem ser bem secos, principalmente as raças de pelagem mais farta ou com muitas dobrinhas (exemplo: Spitz Alemão Anão e Bulldog inglês).

É a primeira vez? Saiba algumas dicas práticas:

  1. Coloque uma roupa confortável: Escolha uma roupa para que geralmente usa para ficar em casa. Eles se mechem muito e nas primeiras vezes nem você, nem o pet estarão muito seguros. Uma roupa rasgadinha é o ideal. ☺️
  2. Peça ajuda a um familiar ou amigo: Desta forma a pessoa poderá te ajudar nesse primeiro momento, seja segurando o shampoo ou até mesmo o pet, para que você possa dar um banho bem gostoso e profundo no seu amado pet.
  3. Cuidado com a temperatura da água ??: Antes de colocar o pet em contato com a água, tenha certeza da temperatura. Não precisa ser gelada, pode ser morninha. Assim como a gente, eles também relaxam bastante depois do banho.
  4. Demonstre segurança: Não seja afobado. Segure-o com calma e faça tudo com muita atenção. Quanto mais tranquilidade você passar ao seu peludo, mais ele vai relaxar e se entregar ao momento. Fale baixo e pausadamente, use movimentos suaves e, caso tenha algum local que saiba que ele goste de ser acariciado, use dessa artimanha para faze-lo relaxar com mais facilidade.
  5. Cuidado como o shampoo: Ou qualquer outro produto pet que venha a usar. Proteja muito bem seus ouvidos (evitando assim a otite) e retire todo o produto. Caso fique algum resquício, pode ser que ele lamba e faça mal.

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Saúde

Seu Pet está com tosse? Saiba como tratar

Essa é uma dúvida muito frequente para quem é dono de um cachorro ou gato. Muitas vezes nossos animais têm reações inesperadas e não sabemos como reagir. Assim como é com a tosse, a mesma coisa acontece com o espirro reverso.

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