Empresas Pet, Gestão de Empresas

Clínicas veterinárias: como vencer a desconfiança

Nos últimos tempos, as mídias sociais foram inundadas por publicações nas quais denúncias contra clínicas veterinárias e profissionais que nelas trabalham são feitas por vários proprietários de animais de estimação. São diversas reclamações, muitas válidas, outras completamente fora da realidade.

Leia também: Como melhorar a gestão de sua clínica veterinária

Como entender o que está acontecendo no cenário das relações entre proprietários de animais de estimação e clínicas veterinárias? Como encontrar o equilíbrio nesse cenário de cabo de guerra, que tenho visto com frequência no universo virtual e no dia a dia de veterinários por todo o Brasil?

Diálogo e Posicionamento

Vejo muitos proprietários reclamando do valor de serviços veterinários. Algumas pessoas esperam que suas responsabilidades sejam aceitas e absorvidas por terceiros, no caso, os médicos veterinários, que deveriam “trabalhar por amor” .

Em contraponto, há profissionais que precisam atentar para a qualificação de seus exercícios diários nas clínicas veterinárias. Deveriam estudar e se aperfeiçoar cada vez mais, mas, ao invés disso, param no tempo. Não usam todo o conhecimento em constante produção e, com isso, não podem oferecer sempre as melhores opções em tratamentos e exames complementares. Consequentemente, o objetivo principal, a saúde e o bem-estar dos animais, fica prejudicado.

Outra discussão se dá quando proprietários dizem que são passados exames demais, e não se chega a nenhum diagnóstico. Essas pessoas creem que as clínicas veterinárias deveria ser “soberana”. Questiono se essa não seria uma posição um pouco retrógrada. Quando não existiam ferramentas de diagnóstico para auxiliar os veterinários, o empirismo, em muitas situações, causava erros de conduta.

Por outro lado, como anda a formação de nossos colegas médicos veterinários, que parecem buscar especialidades mais em voga como, Intensivismo e Emergência? Sabem fazer uma boa anamnese e uma boa consulta clínica? Onde está a lacuna que gera essa sensação de desconfiança nos nossos clientes?

Percepção de valor sobre as clínicas veterinárias

A percepção de valor por parte do cliente é uma conta básica e simples:

Ambientação

Como está o design da clínica veterinária? O ambiente está limpo e organizado?

Entrega do Serviço

O médico veterinário explica realmente bem? Será que ele chega a um diagnóstico? Ao encontrar dificuldades, deixa claro que procurará auxílio?

Apresentação Pessoal

Como está a vestimenta da equipe? Como o veterinário se veste?

Responsabilidade compartilhada

Clínicas veterinárias devem compartilhar a responsabilidade pelo animal de estimação com o cliente

Clínicas veterinárias devem compartilhar a responsabilidade pelo animal de estimação com o cliente

Há, ainda, uma fragilidade na relação entre proprietário e veterinário, pois um erro muito comum acontece:

O péssimo hábito do profissional de não compartilhar a responsabilidade do tratamento com o proprietário. O veterinário assume, muitas vezes, uma postura de salvador da pátria, de super-homem, achando que, agindo assim, conquistará a confiança do cliente.

Recomendo que suas atitudes mudem. Ao criar mais este elo de compartilhamento de direitos e deveres, os problemas de questionamentos, distanciamento e repulsa podem ser evitados.

O proprietário de animal de estimação deve, na sua posição de consumidor, questionar, sim, seu profissional. Mas também é preciso ser correto e entender que a relação é uma via de mão dupla.

Conversem, sejam francos e, claro, lembrem-se de que essa é uma relação de consumo, baseada em direitos e deveres. Ao mesmo tempo, no entanto, existe, no meio desse cabo de guerra, mais do que seus egos e suas psiques. Existem vidas de seres que não pediram para serem cuidados por vocês, mas que, a partir do momento em que estão sob sua tutela e sob sua responsabilidade, merecem o melhor que ambas as partes podem dar.

Qualificação e posicionamento por um lado, respeito e dedicação por outro lado. Nossos animais agradecem!

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Adoráveis Entrevistas, Adoráveis Lugares

Sávio Neves: ideia é criar um aquário renovável

Sávio Neves é um dos três sócios que controlam o AquaRio, aquário marinho inaugurado no dia 9 de novembro, na capital fluminense. Em entrevista à Adorável Criatura, o empresário explicou resumidamente a concepção do projeto e a logística envolvida em sua execução.

Galeria: confira nossa seleção de fotos do AquaRio

Neves, que atualmente preside o conselho de administração do AquaRio, também rebateu críticas à criação do aquário e expôs as medidas tomadas para, segundo ele, garantir o bem-estar dos animais ali presentes. Confira:

As opiniões dos nossos entrevistados não necessariamente refletem a posição da Adorável Criatura a respeito de qualquer tema. Nosso blog privilegia a pluralidade de ideias e o debate aberto a respeito de temas ligados aos animais.

Adorável Criatura: Gostaria que o senhor explicasse a concepção do projeto do AquaRio. Qual foi a sua participação?

Sávio Neves: O Marcelo Szpilman (diretor técnico do AquaRio) é um biólogo marinho conceituado, tem muitos livros. Inclusive, ele é o maior especialista do Brasil em tubarões. Ele é professor da UFF, mergulhador. Sempre teve essa ligação com peixe. E ele identificou essa ideia de que as pessoas só vão gostar dos tubarões, dos animais marinhos, à medida que elas têm contato e conhecem as criaturas.

Então foi essa a ideia dele: para preservar, precisa ter o aquário marinho. Ele sonhou com isso, só que não conseguia viabilizar o investimento, que é de 150 milhões de reais. Ele é meu amigo, me conheceu na Associação Comercial do Rio. Então eu chamei dois sócios, e os dois toparam.

Investimento no AquaRio foi de cerca de 150 milhões de reais. Foto: Yuri Hutflesz

Investimento no AquaRio foi de cerca de 150 milhões de reais. Foto: Yuri Hutflesz

Criamos a empresa AquaRio SA e contratamos o Marcelo como nosso diretor técnico. Ele ganhou o apelido de diretor-presidente, mas na verdade ele é o interlocutor, ele que verbaliza a nossa intenção ali dentro do AquaRio. E existe também um diretor administrativo.

AC: Quais são os aspectos logísticos envolvidos na captura dos animais?

SN: Os peixes que estão no aquário são, em sua maioria, daqui da Baía de Guanabara. Nós estamos mostrando no tanque oceânico o que seria a Baía de Guanabara se a gente tivesse cuidado dela. Não estamos pegando peixe lá em Recife ou no Rio Grande do Norte. A gente pega aqui direto, só que a 50km da costa.

Na maioria das vezes, são pescadores daqui do Iate Clube. Eles voltam para o clube e lá os peixes são acondicionados em caixas próprias para transporte de animais e levados para dentro do AquaRio. Aí ficam numa quarentena, são tratados para doenças, para não contaminarem os outros que já estão lá. Depois de quarenta dias, eles são introduzidos no tanque oceânico.

AC: Como foi a captação da água para o AquaRio?

SN: A captação da água encareceu demais o nosso negócio. Normalmente, o que a gente poderia fazer: temos uma mangueira, que fica na beira do cais, na baía de Guanabara. Era só buscar água ali com bomba e jogar para dentro do tanque. Como a água é poluída, cheia de metais pesados, químicos, tóxicos etc., tivemos que pegar água lá embaixo, com balsa. A mesma balsa que busca petróleo, só que adaptada para água, com capacidade para 500 mil litros. Ela enche lá, traz até o porto, acopla na nossa mangueira e joga para dentro do tanque. Essa água ainda é tratada mais uma vez, apesar de já ser limpa e, aí sim, é usada para os animais.

Água coletada na Baía de Guanabara passar por um tratamento antes de usada para encher tanques do AquaRio. Foto: Yuri Hutflesz

Água coletada na Baía de Guanabara passar por um tratamento antes de usada para encher tanques do AquaRio. Foto: Yuri Hutflesz

AC: Como conciliar a rentabilidade do negócio e o bem-estar dos animais?

SN: Nós pegamos as experiências vitoriosas no mundo todo. Procuramos nos cercar dos melhores profissionais. Contratamos consultores em Portugal, porque em Lisboa tem um aquário importante, que se chama Oceanário. Tem o de São Paulo, o de Atlanta. Nós pegamos os melhores especialistas do mundo inteiro.

Fizemos esse investimento exatamente para poder compatibilizar o bem-estar, a questão do tratamento dos animais, com o negócio, que é também um equipamento turístico. Você tem ali um equipamento de pesquisa, de preservação, mas, nesse tripé, também tem um negócio.

AC: Que atividades de preservação e pesquisa se inserem nesse tripé?

SN: Existem convênios com a UFF e a UFRJ, em que universitários vão conviver diariamente ali dentro, tendo aquilo ali como laboratório de pesquisa, como uma sala de aula externa. E na questão da preservação, como acontece em muitos aquários e zoológicos do mundo, você vai ter as espécies que estarão vivendo naqueles ambientes como um banco genético para as futuras gerações.

De acordo com Sávio Neves, AquaRio funciona como um banco genético para as espécies ali presentes. Foto: Yuri Hutflesz

De acordo com Sávio Neves, AquaRio funciona como um banco genético para as espécies ali presentes. Foto: Yuri Hutflesz

Isso aconteceu, por exemplo, com o mico-leão-dourado. Ele é uma espécie aqui da Mata Atlântica e foi reduzido a 100 elementos. Então, tivemos que importar, quer dizer, foi dado pelo zoológico de Berlim. Vieram dois casais, e hoje já são mais de 5 mil em Silva Jardim, aqui ao lado, por causa desses dois casais que vieram da Alemanha.

Então, ao contrário do que as pessoas falam, que zoológico é um estorvo, é uma prisão, e que você está indo na contramão da modernidade, você tem ali um banco genético que preserva a espécie.

AC: Haverá pesquisas para melhorar a reprodução em cativeiro dos animais do AquaRio?

SN: Isso é uma inovação do Szpilman. Os ovos dos peixes que são jogados na água, nos aquários do mundo inteiro, são expurgados, vão embora pelo ralo. O Szpilman está desenvolvendo uma técnica para pegar esses ovos e desenvolver em outros ambientes, onde não tem o predador.

Depois que aquilo eclode, vêm os alevinos e tudo mais, ele vai criar, vai engordar, vai crescer e aí vai ser reintroduzido já numa fase adulta dentro do tanque oceânico. Isso é uma inovação, vai ser o primeiro (aquário marinho) do mundo que vai fazer esse tipo de preservação das espécies.

AC: A ideia é criar um aquário renovável?

SN: Exatamente, ele próprio se renova. Aí não vai mais precisar buscar peixe na natureza. Agora, tem esse argumento das pessoas que falam: “Ah, você tirou um peixe do ambiente e prendeu”. Essa tese é absurda, porque os peixes que estão lá são os peixes que todos os dias os pescadores que estão nos fornecendo pescam e matam, para virar alimento dos cariocas. Não tem nada diferente disso. Não estamos tirando nenhum peixe diferente do que todo dia vira alimento do carioca.

AC: Como será a interação com escolas?

SN: A visitação será gratuita para escolas públicas porque é exatamente esse o objetivo, criar novas gerações com o conhecimento dessa ciência. Podem ser captadas, involuntariamente, pela paixão por Biologia, Oceanografia, Veterinária. Pela primeira vez no Brasil, vai ter um aquário onde as pessoas vão poder conviver com aquele universo desconhecido.

AC: As pessoas poderão dormir no AquaRio?

SN: As pessoas às vezes estão confundindo isso. Não são as pessoas (em geral) que vão dormir, são justamente os passeios escolares, que serão acompanhados por monitores. Não é adulto. Não pode, não tem nem estrutura para isso.

Do túnel que atravessa o tanque oceânico do AquaRio, estudantes poderão acompanhar a alimentação dos tubarões. Foto: Yuri Hutflesz

Do túnel que atravessa o tanque oceânico do AquaRio, estudantes poderão acompanhar a alimentação dos tubarões. Foto: Yuri Hutflesz

São passeios escolares acompanhados de monitores de Biologia e Oceanografia. As pessoas vão passar a noite lá para acompanhar a alimentação de animais que têm hábitos noturnos, como é o caso do tubarão. Eles vão se alimentar, e quem estiver dentro do túnel vai assistir. Mas é para crianças e estudantes, para escola. É uma atividade educacional, não de hospedagem.

AC: Como ocorrerão os mergulhos no AquaRio?

SN: Os mergulhos vão começar em 2017. Quem já tem iniciação vai poder mergulhar com os tubarões, tartarugas etc. Vai ser aberto para qualquer pessoa que preencha determinados pré-requisitos, porque são mergulhos com garrafa, com tudo. Não é qualquer pessoa, não é no AquaRio que vai aprender a mergulhar. Nós vamos ter convênios com cursos, que vão treinar as pessoas fora desse ambiente. No AquaRio é só para o cara mergulhar e ficar ali, e em determinados horários.

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Empresas Pet, Gestão de Empresas

O monge e o médico veterinário

Há algum tempo, o autor James Hunter vendeu mais de 2 milhões de exemplares em todo o Brasil. A obra fez muitos segmentos profissionais, incluindo o médico veterinário, questionarem suas posições e posturas nas relações entre chefes e equipes de trabalho.

O livro conta duas histórias. A primeira é a de um empresário famoso que abandona sua carreira de sucesso e se torna monge beneditino. A segunda, de um bem-sucedido homem de negócios que chega a uma triste conclusão: fracassou como pai, marido e empresário. Decidido a mudar a sua vida, ele decide fazer um retiro espiritual no mosteiro onde o famoso empresário vive como monge. Lá, aprende os ensinamentos fundamentais do que o monge chama de “princípios da verdadeira liderança”.

O grande mote do livro é que a verdadeira liderança não vem do velho e bom poder. Sua fonte é a autoridade conquistada através da dedicação, do respeito, do amor verdadeiro e da responsabilidade com a sua equipe de colaboradores. É o que chamo de “real empatia”. Ela é necessária para aqueles que desejam imprimir um pouco de humanidade em suas relações e, assim, obter diferencial competitivo.

Confira também: Medicina veterinária na web: dicas de planejamento

Em um primeiro momento, confesso que me vi perdido, sem saber como começar a falar sobre esse tema para o universo da medicina veterinária. Precisamos cair na real. Essa conversa sobre liderança, sobre como estar à frente de nossas equipes de trabalho, é algo ainda muito distante de nossa formação acadêmica. Essa realidade se apresenta na rotina do médico veterinário de forma mais presente do que podemos imaginar.

O papel da equipe na satisfação do cliente

Quantos dos colegas não começam o dia dando bom dia a suas secretarias, atendentes, vendedores e auxiliares de serviços veterinários? Sem falar nos profissionais de higiene e estética animal que prestam serviços nos seus estabelecimentos.

Gostaria de lembrar a todos os profissionais da medicina veterinária de que estamos inseridos em um segmento chamado “prestação de serviços”. Um dos pilares para o sucesso nesse segmento é a superação das expectativas dos consumidores de nossos serviços.

Sintonia entre equipe é fundamental

A sintonia entre o médico veterinário e sua equipe é fundamental para a satisfação do cliente.

Ao mesmo tempo, convém lembrar que os consumidores de nossos serviços os avaliam através de um somatório de informações. E os dados são coletados durante a toda a execução do serviço (uma consulta, uma tosa higiênica ou uma simples venda no balcão, por exemplo). Essa avaliação não depende somente de você, doutor(a)!

A linha de frente do serviço médico veterinário

Na grande maioria das situações, sua resolução clínica para o caso que você está atendendo é seu maior desafio profissional. Mas lembre-se: até chegar a você, seu cliente passou por uma série de experiências muito pessoais. Por exemplo, ele deve ter sido atendido por sua secretária. É o que eu costumo chamar de linha de frente do serviço médico veterinário.

Agora começamos a entender a importância das pessoas que estão em nosso dia a dia profissional, não é mesmo? Mas será que o ponto mais importante deste artigo seria apenas o reconhecimento do papel que nossas equipes têm em nossos negócios?

Antes de chegar até o veterinário, cliente conversa com secretária

Antes de chegar ao atendimento veterinário, seu cliente provavelmente conversa com sua secretária.

Muitos podem perguntar por que não uso o termo “colaboradores”, tão comum em revistas que falam sobre este assunto. Por uma simples razão. O médico veterinário, de maneira geral, ainda não consegue sequer visualizar a importância das equipes de trabalho. Estamos muito longe de entendê-los como colaboradores.

A realidade é que, em nosso próprio processo de formação como profissionais, sequer somos alertados sobre as funções gerenciais que farão parte da nossa rotina. Sequer é lembrado que desenvolver as habilidades de relacionamento interpessoal e gerenciamento deverá ser um exercício diário de autoconhecimento.

Compreendendo a realidade do seu time

Quero, ainda, tocar em um ponto que pode parecer nevrálgico e causar certo incômodo a alguns profissionais. Trata-se da postura de estar em um pedestal branco, um Olimpo profissional, construído sob o véu do pseudotítulo de doutor. Tal postura esconde muitas fraquezas institucionais e muitas mazelas pessoais. Cada caso é um caso, e não vamos aqui inaugurar um divã, muito menos uma caça às bruxas. Entretanto, é notório que esse distanciamento nos faz pensar em segregação.

O veterinário deve focar em relacionamento interpessoal

Médico Veterinário deve compreender a realidade de sua equipe e trabalhar seus relacionamentos interpessoais.

Se pudéssemos fazer uma grande pesquisa nacional e rastrear a origem familiar de grande parte dos médicos veterinários deste país, veríamos que a grande maioria vem da classe média. São estruturas familiares que os permitiram ter acesso à universidade. Agora, e nossas equipes de trabalho? Qual seria a origem da grande maioria deles em uma análise socioeconômica? Preciso responder? Classes menos favorecidas!

Anteriormente, falamos em desenvolver habilidades de relacionamento interpessoal. O grande desafio é aprender a se comunicar, a desenvolver uma linguagem adequada e evitar ao máximo os ruídos nas mensagens entre você e sua equipe de trabalho. Mas como fazer isso?

Você é muito mais do que um chefe

Entendendo todas as nuances dessas diferenças socioculturais e sabendo que o papel do veterinário vai muito além de ser apenas um chefe. Mas creio que o mais importante nesse estágio é você se ver, se reconhecer, estar disposto a conhecer a sua equipe de forma verdadeira. Essa é a base do ensinamento explicado no livro citado acima.

Isso não é fácil. Não existe uma receita mágica, pois o processo é único, às vezes muito particular. Você precisa primeiro se conhecer e se classificar quanto ao seu estilo de relacionamento com sua equipe de trabalho. Somente então, pense em se classificar como um tipo de líder.

Desenvolver a liderança é muito importante para que possamos profissionalizar nossos negócios veterinários, mas é principalmente a chance de melhorarmos como pessoas. Muitas vezes esquecemos disso em horas a fio de plantão, principalmente debaixo de um uniforme branco tão intimidador em certas ocasiões.

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Comportamento, Donos de Animais, Saúde

Descubra como ter uma casa segura para o seu gato

No Brasil, assim como em diversos países, quando o assunto é escolher um animal de estimação, o gato é a opção em um rumo crescente e desenfreado. Segundo pesquisas, nos próximos anos, o número de gatos presentes nas casas dos brasileiros será maior do que o de cães.

Essa preferência pelos felinos está ligada às necessidades de um mundo sofisticado, que exige um animal inovador, com comportamento menos submisso ao homem, sem precisar de passeios, nem banhos, e que apresente atividade e educação compatíveis com a tendente urbanização das cidades brasileiras, construídas em sua maioria por mais prédios do que casas.

O aumento do número de gatos gera dúvidas, principalmente quando se trata do comportamento e das necessidades desses animais em casa.  O grande problema é que a maioria das pessoas não conhece o comportamento natural dos felinos.

Apesar de serem considerados animais domésticos, eles não tiveram suas características originais alteradas para servirem aos seres humanos.

Gato selvagem

Origem do Gato

Os gatos domésticos possuem um comportamento muito peculiar, relacionado à sua origem. Eles possuem características naturais herdadas dos seus ancestrais, os gatos selvagens, que são caçadores solitários de hábitos noturnos. Habitantes das savanas e dos desertos, alimentam-se e se hidratam através da ingestão de pequenos roedores e lagartos. Os gatos não bebem muita água devido à baixa oferta nos locais onde vivem.

Os gatos são animais bastante territorialistas, esfregam-se e arranham locais para marcar seu território pela impregnação de feromônio natural. Esse odor só os gatos são capazes de sentir e identificar. Observando todas as características originais dos gatos, começamos a entender por que levar um gato para dentro de casa não significa somente telar todas as janelas e áreas de escape para que ele não saia na rua.

Um ambiente adequado e enriquecido para a espécie felina é a principal forma de promover saúde, bem-estar e segurança, permitindo uma interação com a família de forma tranquila e harmoniosa.

Cuidados com a hidratação do Gato

Nutrição e hidratação

A adaptação ambiental às necessidades dos gatos começa com os cuidados nutricionais que devemos ter com essa espécie. As rações secas industrializadas (de diferentes marcas), ainda são os alimentos balanceados que possuem todos os nutrientes necessários à espécie.

Assim como na natureza, os gatos bebem pouca água, por isso, estudos apontam que, além de ração seca, é indicada a comida úmida para gatos (sachês e latas industrializadas). Essa é uma estratégia para aumentar a ingestão de água e reduzir os problemas renais e urinários, comuns na espécie.

Outra dica para que os gatos bebam mais água é disponibilizar vários potes de boca larga. Isso aumenta a chance de o animal beber água, já que eles não gostam de encostar seus bigodes nas bordas. O uso de fonte para gatos pode ser uma tentativa, mas o gato pode se desinteressar pela novidade e deixar de usar a fonte após um período.

Exemplo de como não organizar a caixa sanitária do gato

Exemplo de como não organizar a caixa sanitária do gato

Caixa Sanitária

A caixa sanitária é um item muito importante para a vida do gato. O melhor tipo de areia é aquela à qual o gato melhor se adapta. A quantidade recomendada de vasilhas sanitárias é sempre o igual ao número de gatos na casa mais um. Ou seja, se você possui dois gatos, o ideal é ter, no mínimo, três caixas espalhada pela casa.

Dessa forma, você evita que os animais retenham urina e fezes, por qualquer motivo que seja. Mais importante do que a quantidade de caixas é a disposição delas pela casa. As caixas não devem estar dispostas uma ao lado da outra.

É importante dizer que o manejo inadequado da caixa sanitária pode levar o gato a fazer xixi e fezes no sofá, cama e outros locais. A eliminação inapropriada precisa ser avaliada por um veterinário, pois pode ter relação com problemas comportamentais.

Gato que destruiu o sofá

Marcações territoriais

Os gatos vivem em um mundo olfatório e possuem glândulas espalhadas pelo corpo. Elas são responsáveis por garantir controle de mobilidade, controle social de hierarquia e controle sexual, no ambiente em que vivem os animais. Por isso, eles se esfregam e arranham objetos, para impregnar um cheiro que só pode ser sentido pelos gatos.

Esses estímulos são instintos naturais que “vêm de dentro”, então não existe a opção de ter um gato e dizer: “eu não quero que meu gato arranhe nada!”. A única solução para isso é fornecer arranhadores adequados para que os animais exibam esse tipo de marcação territorial.

O mundo olfatório dos gatos precisa ser respeitado. É importante nunca realizar mudanças bruscas no ambiente. Pintar a casa no fim do ano é algo comum e muito prejudicial aos felinos. Isso retira toda informação olfatória do animal, podendo até fazê-lo adoecer.

Introduzir novos animais na casa é algo que precisa ser feito de forma gradativa e sempre com orientação veterinária. Uma socialização mal feita pode gerar traumas irreversíveis aos animais e à família envolvida.

Arranhador para gato

Setorização e Áreas para descanso

Uma situação comum é “o cantinho do gato”, onde os tutores colocam água, comida, caixa sanitária e brinquedos, tudo em um mesmo local. Isso é muito ruim, pois os gatos gostam de fazer cada coisa em um lugar diferente: dormem em um local, comem em outro, sempre brincando e explorando toda a casa.

Os gatos também gostam e precisam de locais altos, para observação de tudo que está ao seu redor. Lembre-se de que na natureza, além de serem predadores, eles podem ser presas, por isso ficam o tempo todo alertas.

Gostam de escalar locais altos e móveis, sendo indicada a disposição de prateleiras, nichos e tocas. Assim, eles podem descansar e se sentirem seguros no ambiente em que vivem.

As melhores brincadeiras para os gatos são as que simulam a caça de presas! É sempre importante a introdução de brinquedos novos, para que o gato nunca pense que seu brinquedo é uma “presa morta”.

Brinquedos novo é sempre uma festa para o gato. Eles evitam problemas de disfunção cognitiva da idade, que atingem gatos pouco estimulados durante a vida. A vida dos bichanos não é apenas comer e dormir!

Setores em casa para que seu gato possa brincar

Segurança

Dentro de casa, é importante tomar cuidado com fiações elétrica, para evitar choques, plantas tóxicas e produtos químicos, para evitar intoxicação dos animais. Mas a principal forma de fornecer segurança aos gatos é mantê-los restritamente dentro de casa.

Algumas doenças virais graves e incuráveis estão disseminadas pelos gatos de vida livre em todo o país. Permitir que nossos gatos tenham acesso à rua é expô-los a essas doenças, que diminuem a expectativa de vida.

Além das doenças, ao liberar seu animal para um passeio, ele pode brigar com outros animais, ser atropelado, ou ser vítima de maus tratos ou envenenamentos. Ainda existem muitas pessoas que não gostam de gatos.

Os gatos são animais curiosos, que adoram explorar ambientes novos. A melhor forma de impedir que saiam de casa é a adaptação de redes e telas apropriadas para janelas e áreas de escape. Isso evita de toda forma que o animal tenha acesso aos perigos que moram na rua.
tela de proteção para gato

Família multiespécie feliz

O sucesso para manter um gato feliz é conhecer e respeitar todas as suas características originais. É importante fornecer a eles a possibilidade e os estímulos necessários para uma vida enriquecida. O ambiente precisa ser harmonioso para que os laços afetivos se criem, e a família multiespécie se ame e se respeite.

Veja aqui outros artigos sobre gatos.

Família mutiespécie

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Empresas Pet, Gestão de Empresas, Marketing Digital

Medicina veterinária na web: dicas de planejamento

Com o advento da internet no cotidiano da sociedade, vivemos uma época em que o real e o virtual entram em conflito diariamente. Em função dessa situação, ora negativa, ora positiva, os profissionais da medicina veterinária devem estar atentos às tendências.

Algo que considero muito importante é o conceito de exposição de imagem por parte das instituições, profissionais, estabelecimentos e marcas. O mundo virtual é o reflexo e a extensão da realidade física de cada empresa, porém, com alguns pontos diferenciais importantes:

Alcance

Não existem limites geográficos para a imagem da sua clínica ou serviço especializado. Dentro da sua estratégia de promoção, você pode atingir qualquer cliente em potencial. Porém, esteja atento para que os esforços direcionados sejam realmente adequados às suas limitações de atendimento. Haverá um número maior de pessoas interessadas em saber quem é você, o que você pode oferecer para os animais delas e como é o seu mix de produtos disponíveis.

Leia também: Como melhorar a gestão de sua clínica veterinária

Segurança

Para os que se interessarem no universo do e-commerce, é importante contar com uma plataforma que garanta a tranquilidade dos clientes. As pessoas buscam segurança em suas transações eletrônicas e não querem ter os problemas causados por hackers e sites vulneráveis.

Logística

Atuar no universo virtual exige planejamento e investimento em logística, pense muito bem na oferta, entrega dos produtos e na prestação de serviços. Isso é necessário para que prazos e compromissos sejam honrados. Desde a compra de produtos para animais de estimação até o agendamento de um atendimento domiciliar via web, tudo deve ser estudado previamente. Dessa forma, é possível conhecer, com segurança, sua capacidade de entrega e a viabilidade de cada procedimento.

Profissionais da medicina veterinária têm muitas oportunidades de negócios na internet

Responsividade

Nada é pior na internet do que falta de atendimento ou demora na hora de responder as solicitações. O cliente que está na web espera conectividade em seu maior grau, essa é a característica básica do ambiente virtual. Não responder ao seu cliente e às suas demandas é prejudicar a imagem da empresa como um todo.

Tempo

O tempo é uma grandeza que foi completamente modificada no universo virtual. Na web, não há começo, meio e fim. A informação, a conectividade, a interação, o questionamento, a exposição e a visibilidade acontecem 24 horas por dia. Isso demanda um complexo planejamento para que você seja capaz de atender a todas estas demandas, em um espaço de tempo menor do que no ambiente offline.

Medicina veterinária na internet

Uma última dica para todos os colegas veterinários que usam a internet para promover suas carreiras e estabelecimentos: lembrem-se, sempre, de que a interface web é apenas a extensão de seu mundo real. Cuidado com exposições e comentários que possam ferir a ética profissional, com discussões acaloradas com clientes e com posturas de imprudência, imperícia e negligência técnica.

Consultas on-line são uma afronta ao exercício da medicina veterinária. Existe uma tênue linha entre a orientação em um site de animais de estimação, em seções como “Pergunte ao Dr. Vet”, e a consulta propriamente dita. Como abrir mão do diagnóstico, do exame físico, da anamnese presencial?

Quando vocês lerem em alguma revista ou periódico a frase “ não existem limites no ambiente virtual”, tenham senso crítico. Eles existem, sim, mas devem ser melhor gerenciados. E acredite, o mundo virtual abre muitas portas no mundo real, desde que você pratique os cuidados citados aqui. Muitas oportunidade podem surgir. Por exemplo, como vocês acham que estou aqui escrevendo para o blog da Adorável Criatura? Pense nisso…

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Donos de Animais, Saúde

Alergia nas patinhas: 4 maneiras de evitar e combater

Alergia nas patinhas é um problema que afeta diversas raças de cachorros. Após um passeio, muitos peludos ficam com irritações nas almofadinhas e nos espaços entre elas. O que era para ser uma atividade totalmente prazerosa, acaba trazendo incômodo ao animal e preocupação ao dono.

Para contornar o problema da alergia nas patinhas, existem opções práticas e com baixo custo. Abaixo, listamos algumas alternativas sugeridas por diversos donos de animais. Mas lembre-se: essas dicas não substituem o atendimento veterinário.

Sempre que seu cãozinho apresentar qualquer irritação ou outro problema de saúde, leve-o ao profissional capacitado para atende-lo e tratá-lo.

  • Botinhas

O melhor caminho é sempre a prevenção. E para evitar que as alergias apareçam nas patas do seu amigo, as botinhas, ou sapatinhos, são uma boa pedida. Esteja, apenas, preparado para os primeiros usos, que nem sempre são fáceis…

Alguns cachorros têm dificuldades para se adaptar ao uso de botinhas

Fonte: pbh2.com

Apesar do estranhamento inicial, entretanto, muitos peludos acabam se adaptando e passam a usar as botinhas naturalmente. O mais importante é perceber a reação do animal. Caso fique claro que essa proteção é desconfortável para ele, busque outras possibilidades.

  • Bandagem adesiva hipoalergênica

Uma alternativa para impedir o contato direto das patas do cachorro com o solo é o uso de bandagens hipoalergênicas, vendidas em farmácias e lojas de equipamento esportivo. Como as faixas ficam mais justas que as botinhas, alguns cães se sentem mais confortáveis dessa forma. O ideal, portanto, é que você teste os dois métodos e veja como seu pet reage a cada um.

  • Óleo de coco extravirgem

O óleo de coco extravirgem é um daqueles produtos coringa, que todo mundo precisa ter em casa. Uma de suas muitas utilidades é aliviar alergias nas patinhas de cachorros.

Basta aplicar um pouco do óleo e massagear com cuidado, dando atenção especial às regiões entre as almofadinhas. Faça isso duas vezes por dia e observe se a irritação melhora. Não deixe o animal ingerir o produto.

Caso você perceba alguma piora, suspenda o uso do óleo e procure o veterinário imediatamente.

  • Sulfato de magnésio

Também conhecido como “sal Epsom” ou “sal de Epsom”, o sulfato de magnésio é outro composto muito útil no combate às alergias nas patas de cachorros. O produto pode ser encontrado em farmácias.

Para uma xícara de sulfato de magnésio, adicione cerca de 4 litros de água morna. Depois, basta mergulhar as patinhas do seu cão no líquido. Realize esse procedimento durante 10 minutos, duas vezes por dia. Não deixe o cachorro ingerir a mistura.

Caso você perceba alguma piora, suspenda o uso do sulfato de magnésio e procure o veterinário imediatamente.

Alergia nas patinhas de cachorros braquicefálicos

Os cachorros braquicefálicos (de focinho achatado) estão entre as raças que mais sofrem com alergias de contato. Entre eles estão pugs, buldogues, boxers  e muitos outros.

Cachorros braquicefálicos, como o buldogue francês, apresentam alergia nas patinhas com muita frequência.

Se você é dono de um peludo com essa característica, não deixe de conferir o guia que a Adorável Criatura preparou em parceria com o Mundo Bull. Dividido em duas partes, esse documento traz diversas informações e dicas sobre a saúde de cachorros braquicefálicos. O capítulo “Dermatite Atópica”, localizado na parte 2 do guia, tem tudo o que você precisa saber sobre alergias na pele do seu pet.

 

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Empresas Pet, Marketing Digital

WhatsApp para empresas pet: 5 boas práticas

Quantas pessoas que você conhece não têm WhatsApp? O aplicativo já é parte do cotidiano de 100 milhões de brasileiros, que, por meio dele, comunicam-se com suas famílias, amigos e colegas de trabalho. Mas o WhatsApp também oferece grandes oportunidades de negócios, especialmente para o mercado pet.

Em um segmento onde boas experiências de compra são tão importantes, ter acesso direto aos clientes representa um passo importante para fidelizá-los. Por isso, é preciso saber como integrar o WhatsApp à sua estratégia de marketing digital. Confira as dicas que preparamos:

1 – Crie um número exclusivo para a empresa

Misturar sua vida pessoal com suas atividades profissionais pode dificultar o gerenciamento da sua empresa. Por isso, o ideal é ter um WhatsApp exclusivo para o seu negócio. Dessa forma, você poderá administrar melhor sua lista de clientes e estabelecer horários de trabalho. Ou seja, quando estiver fora do expediente, basta desligar a internet do celular.

A grande dificuldade relacionada a essa dica é o fato de o aplicativo não permitir duas contas diferentes no mesmo smartphone, mesmo que o aparelho tenha mais de um chip. Para criar um WhatsApp empresarial, então, você precisará de outro celular.

Procure pensar nesse entrave como uma oportunidade. Ter um aparelho totalmente dedicado à empresa ajudará você a se organizar melhor. Por exemplo, sua galeria contará apenas com imagens e vídeos a serem enviados para os clientes. Você também poderá usar esse smartphone como uma ferramenta para aumentar sua produtividade, baixando, por exemplo, aplicativos de agendamento de posts em redes sociais.

2 – Não confunda informalidade com intimidade

Ter uma relação agradável com os clientes é algo muito positivo. Porém, o excesso de proximidade pode causar situações desagradáveis. As conversas no WhatsApp são mais informais do que em outras plataformas, entretanto, é preciso ter sempre em mente que todo contato profissional pede um distanciamento mínimo.

Como lembra o consultor veterinário Sergio Lobato, é preciso que haja uma definição clara de papeis: de um lado está o consumidor, do outro, o profissional. Portanto, não toque em assuntos pessoais ao conversar com seus clientes pelo WhatsApp. Caso a iniciativa parta deles, procure desconversar, de maneira educada. Não se trata, aqui, de ser antipático, mas de preservar um relacionamento de trabalho que é benéfico a todos.

3 – Faça promoções exclusivas para WhatsApp

Se o cliente permitiu que você tivesse acesso direto a ele, compartilhando o próprio celular, lembre-se de oferecer algo em troca. Se você utilizar o WhatsApp como uma simples ferramenta de propaganda, será rapidamente bloqueado por muitas pessoas. Pior, a imagem da sua empresa pet ficará manchada.

Em vez disso, faça promoções exclusivas, como descontos, amostras grátis para os primeiros a responder, brindes atrelados à compra de algum produto etc. Não precisa ser nada do outro mundo; o mais importante é que o cliente se sinta valorizado e enxergue, ali, a oportunidade de um bom negócio.

WhatsApp já está nos celulares de 100 milhões de brasileiros. Aprenda como usar o aplicativo para fidelizar os clientes de sua empresa pet.

4 – Crie listas de transmissão

Vamos supor que você seja o dono de um pet shop e queira oferecer um desconto exclusivo para seus contatos. A melhor maneira de informar a todos sobre a promoção é criar uma lista de transmissão no WhatsApp. Esse recurso permite o envio simultâneo de mensagens a diversas pessoas, sem que os destinatários vejam os números uns dos outros.

E por que não um grupo? Cuidado, grupos de WhatsApp, especialmente quando crescem muito, tendem a fugir completamente ao controle do administrador. Profissionalmente, o melhor a fazer é criar uma ou mais listas de transmissão. Você pode ter, por exemplo, uma lista de todos os clientes e outra apenas com clientes vip.

Quando alguém responder a uma mensagem da lista, em vez de todos os demais clientes verem, a mensagem será entregue apenas a você. Ou seja, sem dar espaço a mal-entendidos ou discussões de qualquer tipo.

Para criar uma lista de transmissão, basta tocar nos três pontinhos que ficam no canto superior direito da tela inicial do WhatsApp e escolher a opção “Nova transmissão”. Na tela seguinte, você irá selecionar os contatos que receberão suas mensagens. Depois, toque no botão verde que fica no canto inferior direito.

5 – Não seja inconveniente

O que você pensa daquele conhecido ou parente distante que envia dezenas de mensagens para o seu WhatsApp todos os dias, mesmo vocês não sendo próximos? Se, por educação, muitas vezes evitamos bloquear algumas pessoas, o mesmo não se pode dizer em relação a empresas.

Um grande número de mensagens, áudios muito longos, vídeos muito pesados… São várias as formas de ser visto como inconveniente no WhatsApp. Para uma empresa pet, isso é fatal. O ideal, portanto, é se planejar para enviar sempre material relevante e não passar dos limites.

Antes mandar qualquer mensagem, pergunte-se:

  1. Isso é relevante para meu público?
  2. É relevante a ponto de valer a pena para a pessoa pegar o celular e ver agora?
  3. Já mandei outra mensagem para essa pessoa ou lista de transmissão hoje? (O ideal é mandar, no máximo, uma por dia)

O mais importante, sempre, é ter sensibilidade para identificar como seus clientes reagem ao que você manda. Se você estiver em dúvida, por exemplo, sobre o melhor horário para enviar uma mensagem, uma boa opção é dividir seus contatos em duas listas. Nesse caso, cada uma receberia o conteúdo em um momento diferente, e você poderia comparar as respostas. O mesmo vale para diferentes tipos de promoção, formas de falar etc.

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